Archive for the Arte – Pintura e Desenho Category

100 desenhos de tigres

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , on 6 d e março d e 2013 by aidobonsai

Aqui uma galeria com 100 desenhos de vários artistas, para quem quer fazer uma Tatoo, e procura uma boa referência. São fotos, desenhos e ilustrações para ajudar na escolha de um bom traço e cor.

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Entre na galeria e veja mais 90 desenhos:

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100 desenhos de Águias para Tatoo

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , on 5 d e março d e 2012 by aidobonsai

Galeria com 100 desenhos de Águias de todos os tipos. Essa galeria é para quem está buscando um traço diferente, para fazer aquela tatoo experta.

SIGNIFICADO DA ÁGUIA: Símbolo de caráter arquetipal, pertencente a muitas mitologias, representa a força, o poder, o Sol. No Cristianismo, a águia assume o papel de mensageiro celestial, simbolizando a subida das orações a Deus e a descida da graça divina aos mortais. 

Na Idade Média, a águia foi usada para representar a glória e a majestade dos reis e imperadores. Na alquimia é símbolo de volatização. Na maçonaria, a águia é emblema da audácia, da capacidade de investigação e do gênio.

Entre na galeria e veja mais 100 desenhos, ilustrações e pinturas de Águias:

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100 desenhos de Carpas

Posted in Arte - Pintura e Desenho, Arte - Pintura Oriental, Carpas e Peixes Japoneses with tags , , on 11 d e dezembro d e 2011 by aidobonsai

Muito apreciadas no Japão e na China, as carpas Koi, possuem além de sua beleza singular, um significado que as levou a ser um dos animais mais tatuados em todo o mundo.

A Carpa se transforma em Dragão:

Uma lenda chinesa diz que a Carpa no seu período de desova tinha que transpor diversos obstáculos, saltando por vales repletos de cascatas e cachoeiras percorrendo quase todo o continente Chinês, até chegar a montanha Jishinhan onde fica a fonte do Huang Ho (Rio Amarelo). Quando uma carpa consegue vencer a cascata Longman Falls (Portão do Dragão), ela se transmuta em Dragão.

Daí o significado básico de uma Carpa possue uma variação de acordo com o posicionamento do peixe na tatuagem, desenho ou ilustração. Se a carpa é representada subindo, apontando para o alto, significa a superação dos obstáculos, a luta pelo objetivo e ideal. Representa a perseverança. No caso de uma carpa ser representada apontando para baixo, como que a descer o rio, ela passa a simbolizar, a vitória, a conquista, o êxito de um objetivo. Muitas vezes uma carpa é desenhada com flores ou folhas ao seu redor, simbolizando o caminho a ser seguido.

Aqui uma galeria com 100 desenhos de Carpas Japonesas. São referências com vários traços e formas, para quem quer criar e fazer uma bela tatoo de carpas koi.

Entre na galeria e veja mais 100 desenhos de carpas Koi:

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Kandisnsky Wassily

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , on 5 d e junho d e 2011 by aidobonsai


Wassily Kandinsky poderia ter sido apenas um obscuro professor de direito na velha Rússia czarista, se não houvesse decidido, certa manhã, conferir uma exposição de pintores impressionistas franceses em Moscou. A visão de um monte de feno, pintado por Monet, provocou nele um entusiasmo incomum.

O monte de feno de Monet.

Numa época em que os críticos mais tradicionais torciam o nariz e consideravam os quadros impressionistas meros borrões de tinta sobre a tela, Kandinsky ficou deslumbrado. Segundo ele próprio contaria mais tarde, foi ali que percebeu, pela primeira vez, que a obra de arte não precisava se resumir a imitar a natureza. Estava plantada a semente da arte abstrata, forma de expressão que teria em Kandinsky um pioneiro e um de seus mais ardorosos teóricos.

Nascido em Moscou, no ano de 1866, Kandinsky não abraçou o abstracionismo da noite para o dia. Foi necessário todo um processo de evolução pictórica, até alcançar gradativamente a completa abolição da figura em sua obra.

Ainda sob o efeito da exposição impressionista, decidiu recusar o cargo de assistente na faculdade de direito em uma universidade russa e, em 1896, aos 30 anos, mudou-se para Munique, na Alemanha, com o firme propósito de dedicar-se ao estudo da arte. Antes de partir, casou com uma prima, Anya Ticheyeva, que levou junto com ele.

Mas as aulas ministradas pelos professores na Alemanha, ainda presos ao realismo e ao academicismo, não o satisfizeram. Aproximou-se então de artistas mais jovens, como Paul Klee, e passou a desenvolver sua própria teoria estética, pregando a libertação da arte da reprodução subserviente da natureza.

Seus primeiros quadros europeus, é verdade, ainda mostravam nítidas influências impressionistas. Exibiam figuras humanas, objetos naturais e evocavam elementos da arte popular russa. Aos poucos, porém, os contornos se fizeram mais imprecisos, os rostos perderam definição e, cada vez mais, as formas tornaram-se apenas vagas referências de algo existente no mundo real. “Enquanto a arte não dispensar o objeto, ela será meramente descritiva”, sentenciou Kandinsky.

Casado pela segunda vez, com uma artista alemã, Gabriele Muenter, Kandinsky decidiu voltar à Rússia em 1914. Três anos depois, em 1917, trocou Gabriele por uma jovem russa, Nina von Andreyewsky, com quem ficará até o fim da vida. Naquele mesmo ano, eclodiu a revolução socialista, liderada por Lênin. Respeitado pelos intelectuais revolucionários, o artista foi convidado a fazer parte do Comissariado para a Educação e a dar aulas em academias estatais, mantidas pelo novo regime.

Mas a pintura de Wassily Kandinsky era abertamente incompatível com o “realismo socialista”, estilo imposto aos artistas russos após a Revolução. Classificado pelos ideólogos soviéticos como um representante da “arte burguesa e decadente”, Kandinsky viu-se obrigado a deixar novamente o seu país natal, retornando em 1921 à Alemanha, onde assumiu o cargo de professor da Bauhaus, famosa e inovadora escola de arquitetura e artes aplicadas.

Em 1933, com a chegada de Hitler ao poder, a alemã Bauhaus foi fechada. Kandinsky, que já fora criticado e defenestrado pelos soviéticos, passou a ser rotulado pelos nazistas como um “cancro da bolchevização da arte”. Não lhe restava outra alternativa a não ser providenciar uma nova e imediata transferência, agora para Paris. Sete anos mais tarde, quando os nazistas invadiram a França, Wassily Kandinsky estava velho demais para empreender mais outra mudança. Septuagenário, cuidou de diminuir o ritmo de sua produção e passou a viver de forma discreta e reservada. Kandinsky morreu em 1944, aos 78 anos. Passado o obscurantismo nazista, seu nome foi aclamado, na Alemanha e em toda a Europa, como o mestre que inaugurou o abstracionismo, uma das maiores revoluções de todos os tempos na história da arte.

 Entre e veja mais 120 pinturas de Kandisnsky Wassily:

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Marc Chagall

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Pintor, gravador e vitralista, Marc Chagall (pseudônimo de Moïshe Zakharovich Shagalov) nasceu em uma família pobre, de dez filhos. Iniciou-se na pintura no ateliê de um retratista das pessoas notáveis de sua cidade natal, Vitebsk.

Chagall estudou na Academia de Arte de São Petersburgo. Seguindo para Paris em 1910, ligou-se aos poetas Blaise Cendrars, Max Jacob e Apollinaire – e aos pintores Delaunay, Modigliani e La Fresnay.

Marc Chagall trabalhou intensamente para integrar o seu mundo de reminiscências e fantasias na linguagem moderna derivada do fauvismo e do cubismo. Apollinaire escolheu as telas de Chagall para a exposição que realizou em 1914, em Berlim, na galeria Der Sturm. Essa exposição teve grande influência sobre o expressionismo de pós-guerra.

De volta à Rússia, quando explode a Primeira Guerra Mundial, Chagall é mobilizado, mas permanece em São Petersburgo. Em 1915, casa-se com Bella, que conhecera em sua cidade natal e de quem pintara o retrato antes de partir para a Europa.

Quando irrompe a Revolução de 1917, Chagall é nomeado comissário de belas artes do governo de Vitebsk. Funda uma escola aberta a todas as tendências, mas entra em conflito com Kasimir Malevitch e se demite. Pinta murais para a sala e o foyer do teatro judeu de Moscou.

Mundo onírico

Chagall retornou a Paris em 1922. Por encomenda de Ambroise Vollard, executou 96 gravuras para uma edição de “Almas mortas”, de Gogol. Em 1927 ilustrou as “Fábulas” de La Fontaine (um conjunto de cem gravuras). São dessa fase suas primeiras paisagens e quadros, que renovam o tema lírico das flores. Em 1931, visitou a Palestina e a Síria e publicou “Minha vida” (autobiografia).

A partir de 1935, o clima de perseguição e de guerra repercute em sua pintura, onde surgem elementos dramáticos, sociais e religiosos. Em 1941, parte para os EUA, onde sua esposa falece (1944). Chagall mergulha, então, em um mundo de evocações, quando conclui o quadro “Em torno dela”, que se tornou uma síntese de todos os seus temas.

No âmbito da arte contemporânea, marcada pelo formalismo e a abstração, a pintura de Chagall se destaca pela importância que tem nela o elemento temático, de fundo onírico, que, por sua vez, reflete as profundas raízes afetivas e culturais do artista. Sua obra, moderna, assimilou todas as conquistas formais da arte contemporânea.

Entre e veja 120 trabalhos de Marco Chagall:

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Amedeo Modigliani

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Nascido em uma próspera família judaica, estudou em Veneza e Florença, antes de se fixar em Paris, em 1906. Instalou-se inicialmente em Montmartre, mudando-se depois para Montparnasse, onde retrataria algumas de suas figuras mais conhecidas. Casou-se com uma pintora de 17 anos, Jeanne Hebuterne, que, grávida, se matou no dia em que Modigliani foi enterrado.

Modigliani pode ser considerado um autodidata, apesar dos estudos feitos na mocidade. As maiores influências, que persistem ao longo de toda a sua obra, são a pintura renascentista de Siena e as esculturas africanas.

Ao fixar-se em Montmartre, em 1906, Modigliani não trava relações com os principais artistas que ali viviam, nem mesmo com Picasso, que já se tornara famoso. A companhia freqüente de Modigliani, nessa fase, é Maurice Utrillo, que o inicia no hábito das bebidas e drogas, que lhe arruinariam a saúde.

Só ao final desse período é que Modigliani faz uma obra considerada entre as suas mais importantes: o quadro “O violoncelista”, exposto no Salão dos Independentes de 1909.

Nos anos seguintes, Modigliani parece ter abandonado a pintura. Muda-se para Montparnasse, onde se torna amigo do escultor Brancusi. O cubismo causa-lhe profunda impressão. Admira também a pintura de Cézanne. A arte africana e as reminiscências da pintura sienesa dão aos seus trabalhos de escultura – que faz por influência de Brancusi – as características principais.

Em 1914, por razões financeiras, retorna definitivamente à pintura. Embora a curta fase final da carreira de Modigliani seja considerada a mais importante, desde o princípio seus trabalhos possuem um estilo inconfundível: figuras alongadas, de pescoço comprido, rosto oval ligeiramente inclinado e olhos marcados por dois pequenos pontos, mas com a leve alusão de um sorriso.

Muda aceitação da vida

Seu admirável domínio da cor é completado por um quase despojamento da figura, em que muitos quiseram ver a marca de sua inclinação para a escultura.

Nos últimos anos da vida, pinta quase só retratos e nus femininos. A sensualidade de suas figuras não está em suas carnes, mas no movimento e alongamento que o pintor lhes dá. Modigliani tem o raro dom de conseguir uma empatia entre o espectador e os seus retratos.

Pelo despojamento, pela estilização, Modigliani atinge, em suas melhores obras, a uma monumentalidade penetrada de um sereno hieratismo. Seus retratos de crianças, em particular, são de emocionante simplicidade.

Entretanto, a graça às vezes pode se converter em maneirismo, e a monumentalidade em rigidez. Alguns estudiosos já observaram que algumas das deformações elegantes de Modigliani produzem uma impressão de gratuidade, senão de monotonia.

Além disso, a “expressão de muda aceitação da vida”, que define, segundo o próprio Modigliani, a alma de seus modelos, pode não satisfazer a quem aprecia emoções mais fortes. Mas essas mesmas características fazem a singularidade e o encanto de sua obra.

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Fernando Botero

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Nas obras satíricas de Fernando Botero, políticos, militares e religiosos, músicos e a realeza, são retratados com figuras rotundas e sem movimento, assumindo a característica de vida humana estática. De natureza humorística à primeira vista, as pinturas de Botero são geralmente um comentário social com toques políticos.

Nascido em Medellin, Colômbia, Botero mudou-se para Bogotá em 1951 e realizou sua primeira mostra internacional no Leo Matiz Gal. Partindo para Madrid em 1952, estudou na Academia de San Fernando. De 1953 a 1955, aprendeu a técnica de afrescos e história da arte em Florença, que tem influenciado suas pinturas, desde então. De volta à Colômbia, expôs na Biblioteca Nacional, em Bogotá, e começou a lecionar na Escola de Belas Artes da Universidade Nacional; naquele mesmo ano, passou algum tempo no México, estudando os murais políticos de Rivera e Orozco, cuja influência é evidente em sua perspectiva política.

A visita de Botero aos Estados Unidos em fins da década de 1950 motivaria, dez anos mais tarde, sua volta à Nova Iorque e o trabalho nesta cidade. Embora o expressionismo abstrato lhe interessasse, buscou inspiração no renascentismo Italiano. Durante este período, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Com um grande número de exposições na Europa e nas Américas do Norte e do Sul, Botero recebeu inúmeros prêmios, inclusive o Primeiro Intercol, no Museu de Arte Moderna de Bogotá, e figura no acervo dos principais museus em todo o mundo. Desde o início da década de 1970, Botero divide seu tempo entre Paris, Madrid e Medellin.

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