Archive for the Curiosidades Category

Figuras humanas a venda para Bonsai e Penjing

Posted in Aido Bonsai, Arte - Oriental várias, Arte - Pintura Oriental, Curiosidades, Penjing Brasil with tags , , , , , on 26 d e julho d e 2017 by aidobonsai

Aqui peças que estou vendendo da minha coleção pessoal. São figuras humanas em cerâmica Chinesa que comprei em lojas diferentes entre os anos de 1990 e 1996. Todas as peças vendidas são novas, guardadas na caixa original, nunca viram o sol do jardim.  O frente não está incluído. Para tirar dúvias ou pedir uma peça mande email para: paulonetto.diretor@gmail.com.

Entre na galeria e veja mais fotos e outras peças a venda.

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Fazendo um display para Conchas

Posted in Coleção de conchas, Curiosidades with tags , on 24 d e junho d e 2017 by aidobonsai

Aqui publico as fotografias das etapas de criação e produção de como eu faço alguns displays para guardar a minha coleção de conchas.

1- Material: Placa preta de EVA, régua de aço, faca olfa, fita dupla face, tesoura muito afiada, régua de gabarito quadrada, papelão rígido e feltro preto.

2- Primeiro eu pego um papelão e corto do tamanho da gaveta onde vou guardar as conchas.  Eu cubro o papelão com feltro negro usando fita dupla face, criando uma base para aplicar as divisões para as conchas de diversos tamanhos.

3- Passo fita dupla em um dos lados da placa de EVA para cortar.

4- Aqui cortei tiras de meio centímetro. Essa gaveta é para guardar conchas que tem de tamanho de 6 milímetros à 3 centímetros.

5- Começo a colar as tiras da borda para dentro, e vou escolhendo as distâncias dependendo do tamanho das conchas que vou encaixar.

6- Vou montando os espaços.

7- Aqui a placa já pronta para encaixar na gaveta. Essa arrumação permite que depois de fotografar, você possa catalogar todas as conchas no computador. Você pode numerar a borda das casas e relacionar todos os números em uma lista no seu computador.  Se você for colocar uma placa de catalogação completa, escrita ao lado das conchas deste tamanho, você teria que ter de 8 à 12 gavetas, para essa mesma quantidade de espécies.

Aqui a criação de uma placa única com 6 divisões apenas.

1- Começo desenhando com caneta os cortes que quero fazer na placa de EVA.2- Depois de cortado, coloco fita dupla na parte que será colada na placa de feltro negro. Passo fita dupla em todas as partes da placa.

3- Aqui a placa já colada com as conchas posicionadas. Aqui também conchas com o tamanho máximo de 3cm.

4- Aqui a placa dentro da gaveta de metal, que possui 5cm de altura. Ela é uma das gavetas de um móvel que comprei em 1989 na Tok Stok. Cada módulo vem com 6 gavetas, eu comprei na época 10 módulos somando 60 gavetas, apenas para guardar conchas de pequeno porte.

5- Nas fotos algumas gavetas em que eu fiz o display com papel cartão pesado, pintado de preto, acompanhando a cor do feltro, desta forma a concha se destaca bem do fundo.

OBS: As conchas da foto expostas à luz apenas ficam nessa situação quando recebo amigos, biólogos e outros colecionadores. As conchas ficam sempre totalmente cobertas, pois a luz e o sol afetam a pigmentação das conchas.

Aqui outra opção: uma gaveta com as placas de EVA cortadas com espaço para colar a classificação dos gastrópodes.

6- Agora a criação de um display para conchas menores ainda. As conchas aqui vão ter de 2 mílímtros à 6 mílímetros apenas. Para esse tamanho, temos que usar o feltro de fundo, para não permitir que as conchas se movam quando a gaveta é aberta.  Esse display permite guardar em uma única gaveta 500 conchas.

7- Você pode também, além do EVA com feltro, valorizar conchas raras usando tampas de produtos diversos. Eu corto o feltro do tamanho do fundo da tampa, isso faz com que a concha não deslize e fique bem segura.

Nesse a seguir acima usei tampa de Guaravitom, caixa de bombom da cacau show e tampa acrílica de mousse vendida em loja de embalagens.

Eu faço no Corel Draw a planta baixa, geométrica da caixa, e numero cada compartimento, assim você pode catalogar cada gaveta economizando 90% de espaço. Se você for colocar uma etiqueta completa de classificação ao lado de cada espécie diferente, você precisaria de 6 gavetas para catalogar 50 conchas, desta forma uma gaveta pode conter até 70 conchas de 3 centímetros, de forma bem destacada. Vou esta semana acrecentar aqui a planta baixa desta gaveta.

8- Aqui um display onde eu colo tampas iguais de Coca Cola com cola quente ou Tek Bond na placa de papelão, e depois eu pinto tudo com colorj Jet negro brilhante. Depois eu corto feltro negro e coloco no fundo de cada tampinha.

Entre na galeria e veja todas as fotos:

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Canecas com Arte, um trabalho de Déborah Netto

Posted in Curiosidades, Pintura e Desenho with tags , , , , on 6 d e outubro d e 2015 by aidobonsai

A artista plástica Déborah Netto e seu sócio Caio Passos estão lançando um novo site chamado  “Chá de Canecas”. 

http://chadecanecas.loja2.com.br/

Para aqueles que gostam de tomar café, um chá, ou qualuqer líquido mágico numa bela caneca, ou aqueles colecionadores, aqui vai a dica de como comprar uma caneca personalizada com muita arte.

Depois de voltar de uma exposição dos seus trabalhos ” Cores da minha alma” em Portugal e na Expo Malásia, Déborah Netto está laçando uma série de canecas com as grafias dos quadros de sua exposição e de outros quadros inéditos.

DSCN7199São canecas com muita qualidade de impressão, trazendo lindas grafias. No site você encontra todas as pinturas da exposição e trabalhos exclusivos que podem ser impressos a sua escolha.

No simbolismo que envolve as borboletas, a crisálida é o ovo que contém a potencialidade do ser; a borboleta que sai dele é um símbolo de ressurreição. Também pode ser vista como renovação…reencarnação….  “Déborah Netto”

Deborah Netto
Nascida no Rio de Janeiro, em 01 de março de 1962, formada em Pintura pela Universadade Federal do Rio de Jan36696_415393159864_6785192_neiro. Autora de jóias artísticas, desenvolve trabalhos em aquarela, tempera guache e nanquim entre outros materiais sobre papel. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, tanto em pintura quanto em joalheria, em alguns obtendo mensão honrosa. Possue trabalhos em coleções particulares em diversos países, incluindo Japão, Estados Unidos, Portugal entre outros. 

 

 

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Pode parecer um lugar comum, mas a frase que diz que “o artista expressa o que vai na sua alma” para mim está repleta de razão. Desta forma cada um mostra o que tem dentro de si. A obra de Deborah Netto não contradiz esta afirmação e mostra o que ela carrega em seu interior: a mais intensa alegria de viver, Isto fica visível na sua abordagem à temas que sugerem um contato estreito com a Natureza segundo uma visão eminentemente pessoal. Tal personalidade se mostra no colorido alegre das formas que cria, todas encadeadas umas às outras como raízes ou galhos de uma planta trepadeira que se agarra a um muro e o enche com a alegria de suas folhas e flores. Seu traço a nanquim, ágil e dinâmico, só faz acentuar esta impressão, pois se desenvolve não só como contorno, mas também como elemento criativo independente, criando um rendilhado vivo, orgânico e expressivo dentro e fora das áreas coloridas. Deste rico emaranhado de cores e linhas, formas sugestivas vão se materializando e ganhando nomes simples e diretos segundo a criativa imaginação da artista.

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Desta maneira, Deborah ao invés de ficar enredada numa teia puramente abstrata, dá um significado concreto para suas criações ao associá-las à fenômenos naturais revalorizados por sua visão artística. Contudo, há ainda um detalhe que não pode ser esquecido relativo à delicadeza de suas imagens – a experiência que Deborah tem com a criação jóias. Por isso, muitas de sua mais recentes pinturas em aquarela, guache e nanquim tem a graça e o colorido de jóias esmaltadas em que arabescos de prata (as linhas a nanquim) cercam áreas de cor sem,contudo, aprisiona-las, criando uma espécie de cloisonné vibrátil e encantador. 

Trata-se, portanto, para além das técnicas, da aplicação de um processo mental artístico que tanto pode gerar um objeto tridimensional como uma joia quanto todo um universo expresso no plano pictórico. Toda as obras da coleção “As cores de minha alma” me atraem, mas dentre elas destaco especialmente as obras: “Colibri”, “Serpentinas”, “Tronco”, “Veio d’água”, “Música”, “Corais”, “Planta”, “Jardim” e “Liberdade para as borboletas”. Desejo-lhe todo sucesso, caríssima Deborah.” (Ricardo Antonio Pereira Barbosa, Mestre em História e Crítica da Arte, Professor de Pintura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ceramista, Pintor )

Entre na galeria abaixo e veja mais trabalhos de Déborah Netto e para contatos conhecer outros trabalhos entre no seu site:  http://www.deborahnetto.net/

Para comprar sua caneca personalizada entre na loja: http://chadecanecas.loja2.com.br/

Para comprar para sua empresa ou encomendar uma caneca personalizada entre em contato pelo email:  chadecanecas@gmail.com

No Facebook:   https://www.facebook.com/Chadecanecas/

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A Arte de Keira Rathbone

Posted in Arte - Pintura e Desenho, Curiosidades with tags , , on 22 d e julho d e 2013 by aidobonsai

Mais um artista que merece destaque pela criatividade e pelo resultado do seu trabalho.

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Keira Rathbone mora no oeste de  Londres, ela cresceu em Dorset e estudou Belas Artes na UWE em Bristol. Ao longo dos últimos dez anos Keira desenvolveu uma reputação de longo alcance com seus experimentos com desenho e pintura, usando máquinas de escrever.

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Keira captura momentos, personagens, paisagens com sua máquina de escrever manual.  Usando as tipos da máquina e diferentes intensidades, ela consegue passar para o papel imagens com uma riqueza de detalhes e luminosidade incrível.

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A maioria dos typictions de Keira são capturas de momentos da vida, seja ele um olho close-up, rostos, uma ponte no cais, ou outras estruturas da vida ao seu redor. A digitação no meio da rua, vista ao vivo pelas pessoas de Londres, transforma o que ela faz em uma forma de arte performática, atraindo a atenção de curiosos transeuntes de todas as idades.

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A Londrina Keira Rathbone é uma artista que usa a boa e velha máquina de escrever  para criar sua arte. Keira diz que tem um fetiche enorme por máquinas de escrever , e é extremamente ciumenta da sua coleção máquinas de escrever antigas.

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Entre na galeria e veja mais trabalhos de Keira Rethbone:

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Brincando com proporção 2

Posted in Brincando com proporção, Curiosidades with tags , on 29 d e junho d e 2013 by aidobonsai

Aqui uma galeria com fotografias de minaituras da empresa Macfarlane e Neca Toys, tiradas nos meus trabalhos com Penjing e Bonsai. Sempre gostei das figuras da Macfarlane pela sua riqueza de detalhes e perfeita proporção e pintura.

Leia a matéria, com a música que é o som ambiente do meu espaço há 22 anos. “Cantos Naturais”

Foto tirada no Penjing  “O caminho do templo”   Floresta de Eugenias sprenguelli

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A Batalha.  Foto tirada em Floresta de Ficus Benjamina.

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Emboscada.   Penjing com Pithecolobium torthum e pedra modelada em concreto celular.

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Foto tirada em floresta de Ficus.

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Só pode haver um.   Penjing modelado em concreto celular. Ao fundo bonsai com 30 cm de altura de Pithecolobium thortum.

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Foto tirada em Floresta de Ficus benjamina.

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Floresta de Eugênias.  ” A caçada”

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Vlad o  Impalador.   Floresta de Ficus sprengueli

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O Grande Kan.    Floresta de Aspargus

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Entre na galeria e veja mais 40 fotografias:

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Entrevista com o fotógrafo Kim Keever

Posted in Bonsai - Matérias especiais, Curiosidades, Fotografia - Galerias with tags , , on 17 d e junho d e 2013 by aidobonsai

E com prazer que publico aqui no blog uma entrevista exclusiva para o Aido Bonsai com um dos maiores fotógrafos do momento: Kim Keever, ele cria paisagens e figuras abstratas em um aquário de 200 litros em seu estúdio localizado em New York.

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Kim Keever este mês tem várias exposições marcadas em New York entre elas na Waterhouse e Dodd Gallery .

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De tempos em tempos, acho alguma arte plástica ou fotográfica diferenciada que serve como inspiração para os meus trabalhos com Bonsai, Penjing ou Yose Ue (florestas).

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1- Kim, onde você nasceu?

Eu nasci em New York City. Como eu gosto de brincar, “meus pais estavam apenas de passagem”. Eles viviam em New Jersey, mas mudaram-se para Quinby, Virginia, logo depois que eu nasci.

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2- Quando começou sua paixão por fotografia? Você sempre trabalhou nessa área?

Eu era um pintor durante muitos anos antes de ficar entediado e sentia que não poderia acrescentar muito à história da arte como pintor. Eu comecei a fazer modelos e fotografá-los sobre uma mesa. Eu não era capaz de dar muita “atmosfera”, mas, eventualmente, me dei conta de que colocando tinta em água eu poderia conseguir céus muito mais espetaculares e uma perspectiva mais interessante.

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3- Como surgiu a idéia de fazer fotografias de paisagem, utilizando o tanque de água/aquário?

Quando eu era jovem, vivíamos em uma área muito rural. Tínhamos uma vaca de leite, que era mais de um animal de estimação, porque não dava leite. Por essa razão, o meu pai comprava o leite em lata e eu gostava de vê-lo colocando em um copo meio cheio de água. Havia magia nas nuvens que se formavam. Eventualmente fui levado para o aquário. Quando você adiciona isso ao meu amor pela paisagem …. É como se fosse uma parte da minha alma. Apesar de eu morar em uma cidade grande, o campo sempre será uma parte de mim. Eu saio para o campo tão frequentemente quanto eu posso e sempre gostei de programas de natureza na TV.

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4- Qual é a maior dificuldade na hora de tirar a fotografia? Notei que você lida com vários elementos simultaneamente.

Eu costumava trabalhar com uma câmera de filme 4×5 . Ela era muito lenta e eu perdi muitas fotos. Agora eu tenho uma câmera Hasselblad de 50 megapixels que é uma câmera de sonho, e posso fazer uma foto a cada 3 ou 4 segundos. Uma vez que é muito mais rápida, eu sou capaz de capturar o(s) momento(s) certo(s) sempre que eu derramar a tinta e começar a fotografar.

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5- Você tem materiais de sua preferência, ou cada paisagem faz você procurar uma solução visual diferente?

Eu tento inventar maneiras de fazer o trabalho usando a mesma técnica de água/aquário. No meu site, http://www.kimkeever.com, há guias para uma série Abstrata, série Pássaro, série Figura e, claro, uma série Paisagem. Eu acho que é mais interessante ter alguma versatilidade em seu trabalho e fazer disso mais um desafio para me reinventar .

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6- Depois de realizada a fotografia, você utiliza algum programa de pós produção de imagem para manipular as fotos?

Sim, eu faço truques básicos da câmara escura com Photoshop. Ou seja, eu vou clarear ou escurecer determinadas áreas, aumentar ou diminuir o contraste em determinadas áreas, etc. Eu raramente uso parte de uma imagem para adicionar a outra. Eu não quero ter uma aparência muito “Photoshopada”.

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7- Quando eu vi um trabalho seu pela primeira vez achei que era um cenário de “Game of Thrones”, suas paisagens lembram a atmosfera de filmes de aventura como “ The Lord of Rings”. Você procura essa identidade visual?

Eu definitivamente não procuro esse tipo de olhar. Estou tentando fazer uma ponte mais próxima da realidade do que isso. Eu amo as séries de filmes e vejo a maioria dos filmes de fantasia.

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8- Quando você produz suas fotografias, são sempre usados vários planos de superposição? Ou, as vezes, pode ser criada a fotografia usando apenas o interior do aquário?

A maior parte do tempo, com a utilização de um contentor, algo passa através de um material transparente na parte de trás do tanque. Existem várias séries onde existe um conjunto construído na frente do tanque e uma tabela com as montanhas ou algo parecido atrás do tanque. Nesse caso, o vidro de trás do tanque é limpo e assim você pode ver diretamente através do tanque .

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9- Qual a câmera que você escolheu para fotografar seus trabalhos?

Como eu disse, eu uso uma câmera digital Hasselblad .

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10- Quanto tempo leva entre o momento da criação até o click final da paisagem? Alguns trabalhos demoram muito mais do que outros? Por que?

Boa pergunta. Às vezes eu vou pensar em uma idéia durante vários anos antes de eu construir o modelo e começar a fotografar. Normalmente, leva uma ou duas semanas para construir o modelo, mergulhá-lo e começar a fotografar. Alguns projetos são apenas mais complicados e demoram mais tempo. Para a série Wildflowers, demorou vários anos apenas para recolher as pequenas plantas de plástico que eu usei.

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11- Você tem outras paixões além da fotografia? O que você gosta de fazer quando não está criando no seu estúdio?

Eu teria que dizer que os filmes são outra paixão para mim e eu adoro viajar quando posso.

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12- Você tem alguém que te ajuda na sua produção? Ou é um trabalho de criação solitário?

Sou feliz trabalhando sozinho, mas ocasionalmente eu tenho ajuda.

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13- É normal, às vezes, uma foto não acontecer como previsto e ter que começar tudo do zero?

Sempre que eu coloco um modelo no tanque, eu tento descobrir maneiras de fazer variações das imagens que recebo a partir da configuração. Quando eu posso, eu faço modelos de gesso que eu poss mover no tanque para conseguir o maior número de variações para escolher. É um pouco como mover objetos ao redor para pintar ou fotografar. Eu, muitas vezes, trabalho em um modelo ou série de modelos relacionados por até seis meses.

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14- O que mais te motiva como artista? Qual seu principal objetivo?

Eu teria que dizer que meu principal objetivo é ser apreciado pelo trabalho que faço e construir meu próprio caminho para os livros de história.

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15- No momento você está trabalhando em alguma série nova?

Eu sempre amei os pássaros e estou trabalhando atualmente em uma série de aves na paisagem. As aves são feitas de Sculpey pintado e colocadas no tanque de água.

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16- Você tem exposições marcadas para este ano?

Tenho várias mostras grupais com lançamento este mês aqui em Nova York. Os mais importantes são  a Waterhouse e Dodd Gallery .

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17- Você comercializa suas obras? Como se pode adquiri-las?

Obrigado por perguntar. Há várias galerias em meu site, http://www.kimkeever.com. Essa é provavelmente a melhor maneira de comprar uma peça. Para pequenos trabalhos, há várias imagens de Espaço de Arte, http://www.artspace.com/kim_keever.

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 Entre na galeria e veja mais trabalhos de Kim Keever:

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Paisagens fantásticas de Kim Keever

Posted in Curiosidades with tags , , on 12 d e junho d e 2013 by aidobonsai

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De tempos em tempos, acho alguma arte plástica ou fotográfica diferenciada que serve como inspiração para os meus trabalhos com Bonsai, Penjing ou Yose Ue (florestas).  

Link de entrevista exclusiva com Kim Keever para o meu blog: 

https://aidobonsai.com/2013/06/17/entrevista-com-o-fotografo-kim-keever/

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O Trabalho de Kim Keever agrega, em sua forma de expressão, pintura, desenho, escultura, maquete, recorte em papel, luz, fumaça, anilina, corantes em pó,  etc… Todos esses elementos são somados para produzir paisagens fantásticas, com um clima “Game of  Thrones”, “Senhor dos  Anéis”.

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Podemos observar na produção abaixo, como ele trabalha com 3 planos fotográficos diferentes.

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As fotografias em grande escala de Kim Keever são criadas por topografias meticulosamente construidas em miniatura em um tanque de 200 litros, que é então enchido com água.

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Estes dioramas de ambientes fictícios são criados com filtros de luz coloridos e dispersão de pigmentos, produzindo ambientes efêmeros que ele deve rapidamente capturar com sua câmera de grande formato.

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Abaixo podemos observar nos refletores várias gelatinas de cores diferentes, para criação de diferentes climas com superposições.

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As paisagens de Keever representam uma continuação da tradição da paisagem, bem como uma evolução do gênero.

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Fazendo referência a uma ampla história da pintura de paisagem, especialmente a influência do romantismo e da Escola do Rio Hudson, elas estão imbuídas de um sentimento do sublime.

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No entanto, elas também mostram um lado subversivo que, deliberadamente, reconhece a sua invenção contemporânea e artifício conceitual.

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O cenário de Keever é caracterizado por uma psicologia do tempo e da eternidade. A combinação do real e do imaginário documentam lugares totalmente imaginários.

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A qualidade simbólica ele alcança com o resultado de sua compreensão da dinâmica da paisagem, incluindo a manipulação de seus efeitos e os limites do espetáculo com base em nossas suposições sobre o que paisagem significa para nós.

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No entanto, ao invés de apresentar uma realidade factual, Keever fabrica uma ilusão que evoca o reino da nossa imaginação. Kim Keever vive em Nova York e exibiu extensivamente em galerias nos Estados Unidos e no exterior.

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Entre na galeria e veja mais paisagens de Kim Keever:

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