Archive for the Arte – Oriental várias Category

Figuras humanas a venda para Bonsai e Penjing

Posted in Aido Bonsai, Arte - Oriental várias, Arte - Pintura Oriental, Curiosidades, Penjing Brasil with tags , , , , , on 26 d e julho d e 2017 by aidobonsai

Aqui peças que estou vendendo da minha coleção pessoal. São figuras humanas em cerâmica Chinesa que comprei em lojas diferentes entre os anos de 1990 e 1996. Todas as peças vendidas são novas, guardadas na caixa original, nunca viram o sol do jardim.  O frente não está incluído. Para tirar dúvias ou pedir uma peça mande email para: paulonetto.diretor@gmail.com.

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As estátuas de Buda

Posted in Arte - Oriental várias, Fotografia - Galerias with tags , , , on 30 d e junho d e 2012 by aidobonsai

 

A vida do Buda

Segundo a tradição budista, Sidartha Gautama, o buda histórico, nasceu no clã Shakya, no início do período Magadha (546-324 a.C.), nas planícies de Lumbini, no sul do Nepal.

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Sidartha Gautama vivia isolado em seu palácio ao meio do luxo e da ostentação. Insatisfeito com a futilidade de sua condição, resolveu abandoná-la e, ao se deparar com o sofrimento, a velhice, a doença e a morte, que não conhecia, juntou-se aos monges brâmanes tornando-se um asceta errante. Por meio do jejum e da penitência queria encontrar respostas para o sofrimento universal.

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A vida contemplativa, no entanto,não foi suficiente para responder a seus questionamentos sobre o sofrimento universal. Inquieto, Sidarta abandonou os monges e passou a seguir seus próprios caminhos, de solidão e meditação, rejeitando o ascetismo e buscando um caminho intermediário entre o luxo e a automortificação, capaz de conduzi-lo à verdade. Após 7 semanas sentado ao pé de uma figueira, impertubável diante das tentações do demônio Mara, encontrou finalmente as respostas que procurava, chegando assim à iluminação.

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Sidarta alcançou assim o Nirvana (“extinção da chama da paixão e dos desejos”). A partir desse momento, tornou-se Buda , o Iluminado, passando a questionar as verdades dos Vedas e seus ensinamentos. Nos quarenta e cinco anos seguintes percorreu a planície do Ganges, na região central da Índia, ensinado as suas doutrinas a um grupo heterodoxo de pessoas.

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A sua relutância em nomear um sucessor ou em formalizar a sua doutrina levaria à formação de vários movimentos nos séculos seguintes. Em primeiro lugar surgiriam as escolas do Budismo Nikaya, das quais só sobreviveu o Theravada, e mais tarde o Mahayana.

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Índia

Após o fim do Império dos Kushanas, o budismo floresceria na Índia durante a dinastia dos Guptas (séculos IV-VI). Vários centros do saber Mayahana seriam criados, como Nalanda no nordeste da Índia, que se tornaria umas das universidades budistas mais importantes durante vários séculos, com mestres conhecidos como Nagarjuna. O estilo gupta de arte budista tornou-se influente à medida que a religião se difundiu do sudeste asiático à China.

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No século VII o budismo indiano começou a entrar em decadência em consequência das invasões dos Hunos Brancos e do Islão. No entanto, teria um renascimento durante a época do império Pala, entre os séculos VIII e XII.

Um dos acontecimentos mais marcantes na decadência do budismo indiano ocorreu em 1193 com a destruição de Nalanda por povos túrquicos islâmicos liderados por Muhammad Khilji. No final do século XII, após a conquista islâmica do baluarte budista de Bihar, os budistas deixaram de ser uma presença significativa na Índia. Para o desaparecimento do budismo também contribuiu o revivalismo hindu expresso através da escola Advaita Vedanta e no movimento Bhakti.

Apesar de ter nascido na Índia, o budismo é hoje praticado em pontos isolados do país.

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Ásia Central

A Ásia Central esteve sob influência do budismo provavelmente deste o tempo do Buda. Segundo uma lenda preservada em pali (a língua da tradição Theravada) dois irmãos mercadores da Báctria, Tapassu e Bhallika, visitaram o Buda e tornaram-se seus discípulos. Quando regressaram à Báctria construiram templos dedicados ao Buda.

A Ásia Central era já há muito tempo o ponto de encontro entre o mundo chinês, indiano e persa. Durante o século II a.C., a expansão da Dinastia Han para ocidente fez com que entrassem em contacto com as civilizações helenísticas da Ásia. Depois disso, a expansão do budismo para o norte levou à formação de comunidades e de reinos nos oásis da Ásia Central. Algumas cidades da Rota da Seda era compostas praticamente por stupas e mosteiros budistas, sendo provável que um dos seus objectivos seria acolher os viajantes entre este e ocidente.

O budismo na Ásia Central entrou em declínio com a expansão do islão no século VII. Os muçulmanos não consideraram os budistas como “Povos do Livro” e consequentemente não os toleraram.

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Bacia de Tarim

A região oriental da Ásia Central (Xinjiang, Bacia de Tarim) tem revelado ricas obras de arte budista (pinturas murais, esculturas, objectos rituais…), que mostram influências helenísticas e indianas.

A Ásia Central parece ter desempenhado um importante papel na difusão do budismo para o oriente. Os primeiros tradutores das escrituras budistas para o chinês eram naturais da Ásia Central (da PártiaSogdiana ou de Kushan). Os monges budistas da Ásia Central e do Extremo Oriente parecem ter estabelecido contactos culturais significativos, como mostram os frescos da Bacia de Tarim.

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China

É provável que o budismo tenha chegado à China por volta do século I d.C., vindo da Ásia Central (algumas tradições falam também de um monge budista que teria visitado o país no tempo de Asoka).

A introdução oficial do país à religião data de 67 d.C. com a chegada de dos monges Moton e Chufarlan. Em 68, sob patrocínio imperial, eles estabeleceram o Templo do Cavalo Branco, que ainda existe hoje em dia, perto da capital imperial Luoyang. No final do século II, uma próspera comunidade budista existia em Pengcheng (actualmente Xuzhou).

Os primeiros textos conhecidos do budismo Mahayana são traduções em chinês realizadas pelo monge Lokaksema em Luoyang, entre os anos de 178 e 189 d.C.. Os objectos mais antigos que se conhecem relacionados com o budismo na China são “árvores de dinheiro”, datadas de cerca de 200 d.C., reflectindo o estilo de Gandhara.

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Tori – Uma passagem para o mundo espiritual.

Posted in Arte - Filosofia, Arte - Oriental várias, Bonsai - Matérias especiais, Fotografia - Japão with tags , , , , on 28 d e agosto d e 2011 by aidobonsai

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Foto de Tori em Hakone no Japão : Okinawa Soba (Flicker)

O Tori é um portal que representa para aquele que entra em um templo Xintoísta uma separação do mundo físico do espiritual. É construido de maneira tradicional em madeira de lei (Cedro, Momiji, Pinheiro negro, entre outras). Ele é formado por duas colunas que sustentam o céu e por vigas transversais que representam a terra; é um símbolo de muito poder e fé para os povos orientais.

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Na fotografia abaixo um Tori de um templo Xintoísta de 400 anos, misteriosamente intacto, mesmo estando no epicentro da explosão atômica de Hiroshima.

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Gostaria de dividir uma experiência que aconteceu em minha casa. Assim que eu me casei construi na entrada do meu ateliê “Aido Bonsai” um Tori nas especificacões japonesas.

a) Foi usado madeira de lei (maçaramduba) apenas encaixada.

b) O Tori não toca nada à sua volta, apenas plantas naturais.

c) Foi construído na medida menor permitida: 3 metros e meio de altura.

d) Ao seu lado e na sua frente, 4 guardiões (leões) guardam sua entrada.

e)  No centro atrás dele, olhando a entrada, está uma estátua de Buda.

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Em 1999, uma árvore típica da minha região (Batão) de 35 metros de altura, que ficava na frente do Tori, caiu em cima de todo o espaço dos bonsais. A árvore estava com uma parte grande da base de seu tronco podre e comida por formigas negras por dentro, de uma forma que não era possível observar nenhuma mudança no tronco na parte externa. O formigueiro tinha seu ninho no chão e entrou na árvores por debaixo da terra, pela raíz central.

Aido tori 1Numa tempestade um vento sudoeste derrubou a árvore. Eu acordei à noite com o estouro do tronco; a árvore caiu inteira, com sua copa de 100 metros quadrados em cima de todos os bonsais. Quando a foto foi batida nós já tínhamos tirado o tronco maior  que estava a direita do Tori impossibilitando a entrada pelo portão.

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Eu, às vezes aramando os meus bonsais, quebro alguns galhos mais frágeis. No dia seguinte, com ajuda do meu empregado, começamos a retirar a árvore pelo lado externo, quando tivemos espaço para entrar pelo Tori. Das 180 árvores que estavam dentro do espaço, parecia que elas tinham se encaixado entre os espaços dos galhos e troncos do batão. Eu não perdi um galho sequer de todos os bonsais. Mesmo estando na frente da árvore, o Tori não sofreu absolutamente nada.TORI 6

No santuário Xintoísta de “Itsukushimajinja” existe um Tori que é um reconhecido como um dos principais do Japão. Formado por 4 grandes troncos está situado dentro do mar. Em uma festa chamada “Kangenmatsuri”, quando a maré está mais alta, é levado numa procissão uma  árvore sagrada plantada no interior de um barco, este barco vai navegando desde a orla até atravessar o portal.

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Arte Asiática – Objetos de Arte

Posted in Arte - Asiática, Arte - Escultura, Arte - Oriental várias with tags , , , , , , , , , on 29 d e março d e 2010 by aidobonsai

Objetos de Arte de várias culturas asiáticas:

China - Flores esculpidas em jade - séc XVIII

China - Vaso em bronze, ouro e prata - Dinastia Song AD 920/1279

Camboja - Caramujo de Bronze - séc XIII

Tibet - Bronze (folhado a ouro) séc XV

China - Esculpido em Bamboo - Dinastia Qing séc XVIII

Fotos retiradas do livro de Art Asian – Flame Tree Publishing – autor: Michael Karrigan

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Arte Asiática – Escultura

Posted in Arte - Escultura, Arte - Oriental várias with tags , , , , , , , , , , on 28 d e março d e 2010 by aidobonsai

Esculturas de vários países asiáticos.

China - Buda (Base em pedra turquesa) - Dinastia Ming - séc XVI

Camboja - As 5 cabeças de Naga - Periodo Angkor - séc XII

Indonesia (Java) - Deus Hindu Ganesha - séc XIV

China - 3 Bodhisattvas - Dinastia Ming - 1368

Tibet - Guardião Yaksha - séc XVI

Japão - Macaco Okimono - Periodo Edo séc XIX

China - Yuanshi Tianzun (Porcelana soncai) - séc XVI

Fotos de esculturas retiradas do livro Asian Art – Flame Tree Publishing – autor: Michael Kerrigan

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Arte Asiática – Pintura

Posted in Arte - Asiática, Arte - Oriental várias, Arte - Pintura e Desenho, Arte - Pintura Oriental with tags , , , , , , , on 28 d e março d e 2010 by aidobonsai

Pinturas de países Asiáticos:

China - séc XIII - Mei Fu Flies - Dinastia Qing

Korea - Artista: Chi Wun- Yung (1852/1935) - Dinastia Choson séc IX

Indonesia - Java - séc IX - Deus da semana

Japão - Artista: Utagawa Kuniyoshi (1797/1861) - Periodo Edo séc IX

Tailândia Bangkok - Dinastia Chokiri - séc IX - Fresco paint on plaster

Tibet - séc IX - Pintura em madeira velha

Pinturas retiradas do Livro: Asian Art – Flame TreePublishing – Autor: Michael Karrigan

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CHINA

Posted in Arte - Oriental várias, Fotografia - China, National Geographic with tags , , , , , on 9 d e outubro d e 2009 by aidobonsai

Sempre tive fascinação pela cultura chinesa e por todas as formas de manifestação artística desenvolvidas neste país de cultura tão milenar. Em meus estudos sobre bonsai, penjing e artes marciais, a atenção

Capa do livro da National Geographic "Journey into China"

Capa do livro da National Geographic "Journey into China"

e dedicação que os chineses têm pelo detalhe é singular. Encontrei esta semana um livro antigo perdido em um canto de uma prateleira de uma grande livraria do Rio de Janeiro. Na realidade ganhei um presente ao encontrá-lo, pois ele foi editado em 1982 pela National Geographic. O livro mostra uma China exótica, mágica, de uma beleza natural inacreditável. Gostaria aqui de dividir estas imagens com vocês. São mais de 400 fotografias que eu estou escaneando e vou colocar aqui no blog em 3 partes. Espero que, como eu, todos viajem com estas lindas  imagens ao interior da China

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Camponês em Pequim.

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Sala de recepção no palácio Imperial de verão.

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Atores se maquiando antes de um espetáculo. Teatro tradicional Chinês.

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Buda gigante esculpido nas cavernas de Yungang. Existem 51.000 figuras esculpias em 53 cavernas. Estas estátuas representam a música, vestuário e arquitetura do antigo norte da china.

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Domo da Sala de Oração por Boas Colheitas, que fica no templo do céu.

Entre e veja toda galeria com 150 fotografias da China:

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