Archive for the Fotografia – Galerias Category

Entrevista com o fotógrafo Kim Keever

Posted in Bonsai - Matérias especiais, Curiosidades, Fotografia - Galerias with tags , , on 17 d e junho d e 2013 by aidobonsai

E com prazer que publico aqui no blog uma entrevista exclusiva para o Aido Bonsai com um dos maiores fotógrafos do momento: Kim Keever, ele cria paisagens e figuras abstratas em um aquário de 200 litros em seu estúdio localizado em New York.

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Kim Keever este mês tem várias exposições marcadas em New York entre elas na Waterhouse e Dodd Gallery .

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De tempos em tempos, acho alguma arte plástica ou fotográfica diferenciada que serve como inspiração para os meus trabalhos com Bonsai, Penjing ou Yose Ue (florestas).

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1- Kim, onde você nasceu?

Eu nasci em New York City. Como eu gosto de brincar, “meus pais estavam apenas de passagem”. Eles viviam em New Jersey, mas mudaram-se para Quinby, Virginia, logo depois que eu nasci.

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2- Quando começou sua paixão por fotografia? Você sempre trabalhou nessa área?

Eu era um pintor durante muitos anos antes de ficar entediado e sentia que não poderia acrescentar muito à história da arte como pintor. Eu comecei a fazer modelos e fotografá-los sobre uma mesa. Eu não era capaz de dar muita “atmosfera”, mas, eventualmente, me dei conta de que colocando tinta em água eu poderia conseguir céus muito mais espetaculares e uma perspectiva mais interessante.

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3- Como surgiu a idéia de fazer fotografias de paisagem, utilizando o tanque de água/aquário?

Quando eu era jovem, vivíamos em uma área muito rural. Tínhamos uma vaca de leite, que era mais de um animal de estimação, porque não dava leite. Por essa razão, o meu pai comprava o leite em lata e eu gostava de vê-lo colocando em um copo meio cheio de água. Havia magia nas nuvens que se formavam. Eventualmente fui levado para o aquário. Quando você adiciona isso ao meu amor pela paisagem …. É como se fosse uma parte da minha alma. Apesar de eu morar em uma cidade grande, o campo sempre será uma parte de mim. Eu saio para o campo tão frequentemente quanto eu posso e sempre gostei de programas de natureza na TV.

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4- Qual é a maior dificuldade na hora de tirar a fotografia? Notei que você lida com vários elementos simultaneamente.

Eu costumava trabalhar com uma câmera de filme 4×5 . Ela era muito lenta e eu perdi muitas fotos. Agora eu tenho uma câmera Hasselblad de 50 megapixels que é uma câmera de sonho, e posso fazer uma foto a cada 3 ou 4 segundos. Uma vez que é muito mais rápida, eu sou capaz de capturar o(s) momento(s) certo(s) sempre que eu derramar a tinta e começar a fotografar.

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5- Você tem materiais de sua preferência, ou cada paisagem faz você procurar uma solução visual diferente?

Eu tento inventar maneiras de fazer o trabalho usando a mesma técnica de água/aquário. No meu site, http://www.kimkeever.com, há guias para uma série Abstrata, série Pássaro, série Figura e, claro, uma série Paisagem. Eu acho que é mais interessante ter alguma versatilidade em seu trabalho e fazer disso mais um desafio para me reinventar .

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6- Depois de realizada a fotografia, você utiliza algum programa de pós produção de imagem para manipular as fotos?

Sim, eu faço truques básicos da câmara escura com Photoshop. Ou seja, eu vou clarear ou escurecer determinadas áreas, aumentar ou diminuir o contraste em determinadas áreas, etc. Eu raramente uso parte de uma imagem para adicionar a outra. Eu não quero ter uma aparência muito “Photoshopada”.

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7- Quando eu vi um trabalho seu pela primeira vez achei que era um cenário de “Game of Thrones”, suas paisagens lembram a atmosfera de filmes de aventura como “ The Lord of Rings”. Você procura essa identidade visual?

Eu definitivamente não procuro esse tipo de olhar. Estou tentando fazer uma ponte mais próxima da realidade do que isso. Eu amo as séries de filmes e vejo a maioria dos filmes de fantasia.

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8- Quando você produz suas fotografias, são sempre usados vários planos de superposição? Ou, as vezes, pode ser criada a fotografia usando apenas o interior do aquário?

A maior parte do tempo, com a utilização de um contentor, algo passa através de um material transparente na parte de trás do tanque. Existem várias séries onde existe um conjunto construído na frente do tanque e uma tabela com as montanhas ou algo parecido atrás do tanque. Nesse caso, o vidro de trás do tanque é limpo e assim você pode ver diretamente através do tanque .

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9- Qual a câmera que você escolheu para fotografar seus trabalhos?

Como eu disse, eu uso uma câmera digital Hasselblad .

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10- Quanto tempo leva entre o momento da criação até o click final da paisagem? Alguns trabalhos demoram muito mais do que outros? Por que?

Boa pergunta. Às vezes eu vou pensar em uma idéia durante vários anos antes de eu construir o modelo e começar a fotografar. Normalmente, leva uma ou duas semanas para construir o modelo, mergulhá-lo e começar a fotografar. Alguns projetos são apenas mais complicados e demoram mais tempo. Para a série Wildflowers, demorou vários anos apenas para recolher as pequenas plantas de plástico que eu usei.

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11- Você tem outras paixões além da fotografia? O que você gosta de fazer quando não está criando no seu estúdio?

Eu teria que dizer que os filmes são outra paixão para mim e eu adoro viajar quando posso.

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12- Você tem alguém que te ajuda na sua produção? Ou é um trabalho de criação solitário?

Sou feliz trabalhando sozinho, mas ocasionalmente eu tenho ajuda.

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13- É normal, às vezes, uma foto não acontecer como previsto e ter que começar tudo do zero?

Sempre que eu coloco um modelo no tanque, eu tento descobrir maneiras de fazer variações das imagens que recebo a partir da configuração. Quando eu posso, eu faço modelos de gesso que eu poss mover no tanque para conseguir o maior número de variações para escolher. É um pouco como mover objetos ao redor para pintar ou fotografar. Eu, muitas vezes, trabalho em um modelo ou série de modelos relacionados por até seis meses.

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14- O que mais te motiva como artista? Qual seu principal objetivo?

Eu teria que dizer que meu principal objetivo é ser apreciado pelo trabalho que faço e construir meu próprio caminho para os livros de história.

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15- No momento você está trabalhando em alguma série nova?

Eu sempre amei os pássaros e estou trabalhando atualmente em uma série de aves na paisagem. As aves são feitas de Sculpey pintado e colocadas no tanque de água.

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16- Você tem exposições marcadas para este ano?

Tenho várias mostras grupais com lançamento este mês aqui em Nova York. Os mais importantes são  a Waterhouse e Dodd Gallery .

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17- Você comercializa suas obras? Como se pode adquiri-las?

Obrigado por perguntar. Há várias galerias em meu site, http://www.kimkeever.com. Essa é provavelmente a melhor maneira de comprar uma peça. Para pequenos trabalhos, há várias imagens de Espaço de Arte, http://www.artspace.com/kim_keever.

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 Entre na galeria e veja mais trabalhos de Kim Keever:

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As estátuas de Buda

Posted in Arte - Oriental várias, Fotografia - Galerias with tags , , , on 30 d e junho d e 2012 by aidobonsai

 

A vida do Buda

Segundo a tradição budista, Sidartha Gautama, o buda histórico, nasceu no clã Shakya, no início do período Magadha (546-324 a.C.), nas planícies de Lumbini, no sul do Nepal.

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Sidartha Gautama vivia isolado em seu palácio ao meio do luxo e da ostentação. Insatisfeito com a futilidade de sua condição, resolveu abandoná-la e, ao se deparar com o sofrimento, a velhice, a doença e a morte, que não conhecia, juntou-se aos monges brâmanes tornando-se um asceta errante. Por meio do jejum e da penitência queria encontrar respostas para o sofrimento universal.

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A vida contemplativa, no entanto,não foi suficiente para responder a seus questionamentos sobre o sofrimento universal. Inquieto, Sidarta abandonou os monges e passou a seguir seus próprios caminhos, de solidão e meditação, rejeitando o ascetismo e buscando um caminho intermediário entre o luxo e a automortificação, capaz de conduzi-lo à verdade. Após 7 semanas sentado ao pé de uma figueira, impertubável diante das tentações do demônio Mara, encontrou finalmente as respostas que procurava, chegando assim à iluminação.

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Sidarta alcançou assim o Nirvana (“extinção da chama da paixão e dos desejos”). A partir desse momento, tornou-se Buda , o Iluminado, passando a questionar as verdades dos Vedas e seus ensinamentos. Nos quarenta e cinco anos seguintes percorreu a planície do Ganges, na região central da Índia, ensinado as suas doutrinas a um grupo heterodoxo de pessoas.

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A sua relutância em nomear um sucessor ou em formalizar a sua doutrina levaria à formação de vários movimentos nos séculos seguintes. Em primeiro lugar surgiriam as escolas do Budismo Nikaya, das quais só sobreviveu o Theravada, e mais tarde o Mahayana.

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Índia

Após o fim do Império dos Kushanas, o budismo floresceria na Índia durante a dinastia dos Guptas (séculos IV-VI). Vários centros do saber Mayahana seriam criados, como Nalanda no nordeste da Índia, que se tornaria umas das universidades budistas mais importantes durante vários séculos, com mestres conhecidos como Nagarjuna. O estilo gupta de arte budista tornou-se influente à medida que a religião se difundiu do sudeste asiático à China.

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No século VII o budismo indiano começou a entrar em decadência em consequência das invasões dos Hunos Brancos e do Islão. No entanto, teria um renascimento durante a época do império Pala, entre os séculos VIII e XII.

Um dos acontecimentos mais marcantes na decadência do budismo indiano ocorreu em 1193 com a destruição de Nalanda por povos túrquicos islâmicos liderados por Muhammad Khilji. No final do século XII, após a conquista islâmica do baluarte budista de Bihar, os budistas deixaram de ser uma presença significativa na Índia. Para o desaparecimento do budismo também contribuiu o revivalismo hindu expresso através da escola Advaita Vedanta e no movimento Bhakti.

Apesar de ter nascido na Índia, o budismo é hoje praticado em pontos isolados do país.

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Ásia Central

A Ásia Central esteve sob influência do budismo provavelmente deste o tempo do Buda. Segundo uma lenda preservada em pali (a língua da tradição Theravada) dois irmãos mercadores da Báctria, Tapassu e Bhallika, visitaram o Buda e tornaram-se seus discípulos. Quando regressaram à Báctria construiram templos dedicados ao Buda.

A Ásia Central era já há muito tempo o ponto de encontro entre o mundo chinês, indiano e persa. Durante o século II a.C., a expansão da Dinastia Han para ocidente fez com que entrassem em contacto com as civilizações helenísticas da Ásia. Depois disso, a expansão do budismo para o norte levou à formação de comunidades e de reinos nos oásis da Ásia Central. Algumas cidades da Rota da Seda era compostas praticamente por stupas e mosteiros budistas, sendo provável que um dos seus objectivos seria acolher os viajantes entre este e ocidente.

O budismo na Ásia Central entrou em declínio com a expansão do islão no século VII. Os muçulmanos não consideraram os budistas como “Povos do Livro” e consequentemente não os toleraram.

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Bacia de Tarim

A região oriental da Ásia Central (Xinjiang, Bacia de Tarim) tem revelado ricas obras de arte budista (pinturas murais, esculturas, objectos rituais…), que mostram influências helenísticas e indianas.

A Ásia Central parece ter desempenhado um importante papel na difusão do budismo para o oriente. Os primeiros tradutores das escrituras budistas para o chinês eram naturais da Ásia Central (da PártiaSogdiana ou de Kushan). Os monges budistas da Ásia Central e do Extremo Oriente parecem ter estabelecido contactos culturais significativos, como mostram os frescos da Bacia de Tarim.

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China

É provável que o budismo tenha chegado à China por volta do século I d.C., vindo da Ásia Central (algumas tradições falam também de um monge budista que teria visitado o país no tempo de Asoka).

A introdução oficial do país à religião data de 67 d.C. com a chegada de dos monges Moton e Chufarlan. Em 68, sob patrocínio imperial, eles estabeleceram o Templo do Cavalo Branco, que ainda existe hoje em dia, perto da capital imperial Luoyang. No final do século II, uma próspera comunidade budista existia em Pengcheng (actualmente Xuzhou).

Os primeiros textos conhecidos do budismo Mahayana são traduções em chinês realizadas pelo monge Lokaksema em Luoyang, entre os anos de 178 e 189 d.C.. Os objectos mais antigos que se conhecem relacionados com o budismo na China são “árvores de dinheiro”, datadas de cerca de 200 d.C., reflectindo o estilo de Gandhara.

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Entre e leia a matéria sobre Buda e veja a galeria com incríveis estátuas:

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Esculturas naturais

Posted in Bonsai - Matérias especiais, Fotografia - Galerias with tags , on 17 d e junho d e 2012 by aidobonsai

Sempre que  quero buscar inspiração para modelar ou olhar formas naturais para os bonsais, procuro fotografias de florestas e árvores antigas. Colocar uma música e olhar as fotos em slide show, me mostra porque árvores são esculturas  naturais

Entre na galeria e veja mais 90 fotografias de árvores incríveis:

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Parque Nacional da Serra da Tiririca

Posted in Curiosidades, Fotografia - Galerias with tags , , , , , on 22 d e fevereiro d e 2012 by aidobonsai

Queria compartilhar aqui no blog uma galeria de fotografias do Recanto de Itaipuaçu, praia que pertence ao distrito de Maricá, no Rio de Janeiro.  Essas fotos foram tiradas por mim no ano passado. O mar quase sempre ressacado é uma característica desta praia de braço de oceano.

Itaipuaçu possui uma das maiores formações de ondas do Brasil; isso se deve ao fato da grande profundidade a poucos metros da arrebentação. A onda em Itaipuaçu cresce e quebra sua formação direto na areia – essa característica não a torna ideal para a prática do surf.

Sua areia branca, formada por pequenos grãos brancos, é única no mundo.  Essa formação fez com que a areia de Itaipuaçu, entre os anos de 1955 e 1980, fosse roubada à noite por caminhões para uso em jateamento e limpeza de cascos, âncoras e correntes de navios. A pureza da areia permitia o seu uso pelas empresas navais sem nenhum tipo de refinamento.

A praia de Itaipuaçu faz parte do parque Nacional da Serra da Tiririca.

O Parque da Serra da Tiririca (PEST) possui uma área de aproximadamente 2.400 hectares (24 quilômetros quadrados), e está localizada nos municípios de Niterói e Maricá, no Estado do Rio de Janeiro, o parque abrange as terras das Regiões Leste e Oceânica do município de Niterói e parte do bairro de Itaipuaçu, pertencente ao município de Maricá, o parque ainda inclui uma faixa marinha.

Antigamente a Serra da Tiririca era conhecida como Serra de Inoã ou de Maricá, como consta em relatos antigos. O atual nome está relacionado com a passagem de tropas de burros que atravessavam a Serra por um caminho cheio de plantas da família das Cyperaceaes chamadas popularmente de Tiriricas.

Batão árvore típica da Serra da Tiririca. Tenho o prazer de ter esta árvore fazendo sombra nos meus bonsais. Estou modelando um bonsai de Eugenia sprenguelli seguindo sua linda forma.

Pedra do Elefante “Alto Mourão”: A Pedra do Elefante ou Alto Mourão (412 m) é o ponto mais alto da Serra da Tiririca e de Niterói, de seu cume temos uma incrível visão de 360º. Olhando-se para oeste, vemos as montanhas do Rio, o Costão de Itacoatiara ou Morro do Tucum (217 m), o Morro das Andorinhas, toda a Região Oceânica de Niterói, suas lagoas e praias. Virando-se para o leste, vemos uma enorme praia que chega a sumir no horizonte, essa é a Praia de Itaipuaçu com quase 40 km de extensão.

Ao longo, as lagoas de Maricá, da Barra e de Guarapina. Bem à nossa frente, as Ilhas Maricás (as únicas ilhas neste extenso e perigoso litoral, do Rio até Cabo Frio). Ao norte, toda a Serra da Tiririca e a Serra dos Órgãos bem ao fundo. A trilha para alcançar seu cume possui 2.000 m de extensão e pode ser percorrido em 1h e 30min. Acesso: Mirante de Itaipuaçu.

Estudos realizados pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro identificaram 350 espécies vegetais nas imediações do Alto Mourão, a maior parte delas típica de Mata Atlântica.

Na região da Pedra de Itacoatiara e da Enseada do Bananal pode-se encontrar mata de restinga; e no topo do Morro do Elefante e em alguns trechos da Pedra de Itacoatiara, uma vegetação herbácea rupícola.

Em afloramentos rochosos e encostas íngremes, observa-se a presença de espécies cactáceas, sendo mais freqüentes Ripsalis sp. e Austrocephalocereus fluminensis, e entre as bromélias, a Vriesea regina, encontrada nos paredões e demais encostas desprovidas de vegetação arbórea e arbustiva.

Nessas áreas, verifica-se a predominância de palmáceas. Entre as espécies dos topos dos morros, destaca-se baba-de-boi ou jerivá. Em meio à mata regenerada são encontradas espécies remanescentes do ciclo econômico do café, com a presença de espécies quase desaparecidas da região, como palmito e figueira-da-terra ou caiapiá.

Agulha Guarischi “Pedra da Tartaruga”: Formação rochosa com aproximadamente 300 m de altitude, localizada no meio da Enseada do Bananal, de onde se tem a forma de uma tartaruga. Seu cume é o único que não pode ser acessado por caminhada, em virtude de sua grande inclinação.

Costão de Itacoatira.

Colo do alto Mourão.

Praia de Itacoatira e o morro das Andorinhas.

Costão em Itaipuaçu no recanto da Pedra do Elefante

Para saber mais entre no site oficial da Serra da Tiririca:

http://www.clubedosaventureiros.com/guia-de-trilhas/65-parque-estadual-da-serra-da-tiririca-rj/750-parque-estadual-da-serra-da-tiririca

Entre na galeria e veja mais 90 fotografias do Recanto de Itaipuaçu:

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Bonsais clássicos do Japão – 2

Posted in Bonsai - Clássicos do Japão, Fotografia - Galerias with tags , on 2 d e julho d e 2011 by aidobonsai
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Japanese black pine - 250 anos - 80cm

Entre na galeria e veja as fotos de 30 Bonsais da Nippon Bonsai Association: Continue lendo

Marc Adamus – Fotografias da Natureza

Posted in Fotografia - Galerias with tags , , , , on 17 d e abril d e 2011 by aidobonsai


Marc Adamus é um fotógrafo de paisagem com base em Corvallis, Oregon. O drama visual e artístistico de suas fotos, nascem de um olhar atento para a muitos elementos da natureza e uma paixão de longa duração pelo deserto.

Esta paixão brilha durante todo o trabalho de Marc e tem atraído um grande público ao redor do mundo.

Marc Adamus tem um estilo inconfundível. Seu talento para a capturar o momento exato, raro da luz, da uma atmosfera incrível e fugaz para suas fotografias e atribui ao seu portfolio uma sensação de épico, majestoso.

Seu sucesso deriva da busca sincera e paciente de todos os momentos únicos que criam a magia e energia do deserto. Muitas vezes Marc passa meses mergulhando na paisagem ele se atira a natureza apesar dos rigores da estação e do clima.

 

As fotografias de Marc tem sido publicadas amplamente em todo o mundo e em uma grande variedade de meios de comunicação, desde calendários, livros, publicidade, além de publicações para a National Geographic.

Marc Adamus tem sido aclamado como um dos paisagistas mais talentosos de sua geração. No seu site Marc descreve o que o motiva como fotógrafo e fala sobre a técnica de fotografia digital.

http://www.marcadamus.com/index.php

Para conhecer mais fotografias de Marc Adamus entre aqui na galeria do artista:

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100 formações rochosas extraordinárias.

Posted in Arte - Suisekis, Curiosidades, Fotografia - Galerias with tags , , , , , , on 26 d e abril d e 2010 by aidobonsai

Quero mostrar aqui uma galeria de fotografias que pesquisei na internet, para dar inspiração aos amantes de Penjing e dos Jardins Zen. São 100 formações rochosas exóticas. As curvas, buracos, os desgastes causados pelo vento,  chuva e pela força do mar, surpreendem pelas diferentes formas. A natureza é infinita em sua beleza.



Entre e veja toda galeria, com 100 formações rochosas extraordinárias :

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