Archive for the Bonsai – Meus Trabalhos Category

A Escola de Kendo

Posted in Bonsai - Meus Trabalhos, Bonsai - Penjing e Yose ue, Penjing Brasil with tags , , on 4 d e janeiro d e 2016 by aidobonsai

Primeiro trabalho de 2016. Penjing   “Escola de Kendo” proporção de 6X1. DSC04903Bougainvillea em modelagem. Suiban criado em cimento e resina com 1.80 de comprimento por 1.20 de largura, 35cm de alturaDSC04869Lutadores e Kendo com 29cm de altura. Esse tronco de 47 anos foi derrubado por um temporal e enraizado com hormônio enraizador “Superdrive”. DSC04901O Bougainvillea estava em um vaso pequeno para seu porte, agora ele vai poder se desenvolver bem com o tamanho do suiban que comporta 300 litros.

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DSC04876Pedras adicionais da composição da paisagem são seixos de rio naturais, o suiban foi feito na mesma textura e cor das pedras naturais. Peso aproximado do suiban 230 kilos.DSC04881

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Aido Bonsai 2015

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , on 3 d e março d e 2015 by aidobonsai

Trabalhos fotografados no mês de março de 2015.

Pithecolobium thortum. Pedras e vaso modelados com concreto celular. Visão frontal do penjing. Árvore sendo modelada desde o ano de 1993

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Visão da parte de traz do penjing.

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Estudo de composição com 3 elemetos. Ixora, pedra e Buxinho

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Estudo com figura de cerâmica chinesa.

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Bougainvillea em modelagem. Enraízada de tronco que foi quebrado em tempestade. Visão frontal.

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Visão da parte de traz da planta.

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Eugenia sprenguelli em modelagem. Essa planta já recebeu ao longo de 2 anos, 4 podas de raízes, 7 podas de refinamento. Visão frontal.

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Visão da parte de traz.

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Ulmus em brotação após 7 dias da defolha total.

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Penjing   “Estrada para Huang He”     Pithecolobium thortum plantado em lage de pedra São Tomé.

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Uma Xícara de chá – Eugenia sprenguelli

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , on 9 d e outubro d e 2014 by aidobonsai

Aqui em trabalho realizado com uma Eugenia sprenguelli, fou usada uma pedra jogada pelo mar de Itaipuaçu. O vaso é uma antiga bandeja redonda de cimento.

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O Escriba – Penjing com bonsai de Ficus retusa

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Meus Trabalhos, Bonsai - Penjing e Yose ue with tags , , on 5 d e outubro d e 2014 by aidobonsai

Aqui uma galeria de fotos com o Penjing  “O escriba”

Espécie utilizada, Ficus retusa, plantado em lage de mármore.  Figura em cerâmica chinesa com 8cm de altura.

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Pedras utilizadas no conjunto, são seixos naturais.

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As raízes que vão sendo emitidas perto do tronco eu vou trançando, aumentando o aspecto de longevidade do Bonsai, e dando uma beleza única, pois a emissão de raízes aéreas é uma das principais característica das muitas espécies de Ficus.

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Modelagem em concreto celular – Criando uma pedra

Posted in Bonsai - Concreto celular, Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , , , , , , on 5 d e outubro d e 2014 by aidobonsai

Aqui as etapas de modelagem de uma pedra para penjing, criada com um bloco de concreto celular. Trabalho com esse material desde 1992, e até hoje fico surpreso com as suas possibilidades e como ele fica natural com o passar do tempo.

Na foto abaixo um trabalho totalmente finalizado e criado com 6 blocos de concreto celular.

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Bloco riscado, com a forma básica do corte que irei fazer com a serra tico tico.

Eu seguro com firmeza a serra, e entro com ela verticalmente em qualquer ponto escolhido. Depois é só seguir devagar na direção da linha, como se fosse um corte normal em uma madeira.

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Depois de feito o primeiro corte, decidi fazer um corte que será um pequeno lago. Depois que eu cortei a sua extensão, eu faço pequenos cortes paralelos, depois é só empurrar com os dedos firmemente, que eles se quebram na base e se soltam sozinhos.

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Bloco já cortado. Depois com uma broca de madeira larga ou grossa eu faço os furos de drenagem e água. 

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  Deixo as paredes e o fundo bem liso, para ajudar na retirada do bonsai em trocas de substrato e poda de raízes. Quando texturizo, finalizo o interior com 3 camadas finas de cimento, para tirar a porosidade e evitar a entrada de raízes.

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Bloco com as laterais modeladas de forma irregular, buscando um caminho natural como uma rocha bruta.

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O Bloco será texturizado com terra negra, argila e cimento. 

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Aqui um exemplo simples de um corte no bloco de concreto, e como ele pode ficar natural depois de modelado e texturizado com terra negra e cimento.

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Vou acrescentar nas próximas semanas, fotos da primeira pedra texturizada e finalizada com seu bonsai.

Você pode olhar mais trabalhos criados em concreto celular aqui no meu blog, veja nos links abaixo:

https://aidobonsai.com/2009/01/19/12-modelagem-de-concrteto-celular/

https://aidobonsai.com/2012/11/21/a-montanha-de-buda-penjing/

Galeria com as fotografias:

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Troque suas folhas, mantenha suas raízes. Por Claudia Penteado

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , on 16 d e fevereiro d e 2014 by aidobonsai

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Todo mês Claudia Penteado vai buscar uma nova arte e escrever sobre uma experiência diferente para publicar no site da revista Época suas percepções. Essa matéria sobre o Bonsai e Penjing foi apenas o começo de suas novas experiências.  Vale a pena conferir todas que ela irá buscar. Abaixo, a matéria ilustrada com muitas fotografias. Queria agradecer aqui a chance de dividir um pouco da minha arte com essa pessoa especial e jornalista incrível!

Para lêr  as matérias de Claudia Pentado entre no link ao abaixo:

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ruth-de-aquino/noticia/2014/02/btroque-suas-folhasb-mantenha-suas-raizes-por-claudia-penteado.html

Troque suas folhas, mantenha suas raízes. Por Claudia Penteado

Na ‘Visita de Domingo’, Claudia conta por que decidiu fazer uma coisa totalmente nova a cada mês. Por uma vida mais criativa, com seus riscos e encantamento

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“Com o Bonsai, percebi que o que mais desejo agora é cuidar de meu jardim, da minha casa e das pessoas importantes na minha vida. Há na arte do Bonsai algo de divino.” (Foto: Arquivo pessoal)

O título desse post é um pensamento de Victor Hugo, que traduz o meu primeiro desafio do ano: “Troque suas folhas, mantenha suas raízes”. 2014 chegou de supetão com sua onda de calor e sequidão, realçando a pilha crescente de livros por ler, filmes por assistir, viagens por fazer, projetos por desengavetar. É o ano do cavalo – que para os chineses representa movimento, comunicação e o poder que o homem tem de transformar a sua realidade. Foi esse o ano que escolhi para realizar algo planejado, quem diria, ainda em 2013 (no finalzinho, vai).

A decisão foi a seguinte: fazer pelo menos uma coisa inteiramente nova a cada mês. Sem nenhuma pretensão de escalar o Everest, praticar wing walking ou base jump. É simples como abrir uma janela. A ideia é fazer algo pela primeira vez, desde que enriqueça a rotina, estimule novas conexões, oxigene o cérebro e a aqueça a alma. Essencialmente, que sirva para tornar a minha vida mais criativa.

O escritor George Bernard Shaw disse uma vez que a criatividade desperta a inveja dos deuses, e por isso requer coragem. Gosto muito dessa ideia de uma batalha ativa com os deuses. Lá fui eu, portanto, enfrentá-los.

A jornada começou num domingo de manhã, junto à brisa fresca das praias oceânicas de Niterói, em um paraíso chamado Aido Bonsai. Lá, o amigo Paulo Netto concordou em me iniciar na arte do Bonsai. Mas por que o Bonsai?

Foto de Claudia Penteado fazendo imersão do seu trabalho, para compactar a terra, tirando ar, para não deixar espaços entre as raízes.

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Há vários motivos, claro, e um deles foi o desejo de me arrancar de casa e me aproximar da natureza, sujar as mãos de terra. Outro foi a curiosidade, desde pequena, em torno daquelas árvores em miniatura, perfeitas e imperfeitas ao mesmo tempo. A curiosidade é o desejo de mudança, que nos move na direção do novo.

De repente, lá estava eu, as mãos na terra, cavando a raiz de uma Eugenia Sprengelli, preparando-a para ser replantada e aos poucos transformar-se em um Bonsai. Juntas, ali, eu e ela, iniciamos uma nova etapa em nossas vidas.

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Há no Bonsai algo de divino. Dizem que cada miniatura reúne toda a magia da qual as árvores são dotadas. Não há como duvidar da potência dessa união encantadora entre arte e natureza, duas coisas capazes de elevar o espírito – até dos ateus.

A primeira coisa que se aprende na arte do Bonsai é que é preciso paciência. Sem ela, nada feito. Paulo conta que ficou mais calmo e meticuloso depois de tornar-se bonsaísta e especialista também na arte do Peijing – uma arte próxima ao bonsai, sem vasos, que cria minipaisagens em superfícies lisas ou pedras. É o exercício da espera que explica as muitas miniaturas de árvores com seus troncos grossos e mais de 300 anos de idade, passadas de geração para geração.

Foto tirada em fundo negro, para poder observar a estrutura da copa. Isso ajuda a observar os pontos vazios, e onde teremos que retirar nas semanas seguintes o  excesso de galhos e folhas.

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Foto já com estudo, de como a copa devemos no futuro preencher do lado direito, onde ainda não tem uma triangulação da copa.

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Cuidar de um Bonsai é um trabalho manual, delicado, de escolhas importantes, dia após dia. Os pequenos e frágeis galhos sempre poderão ser mudados de direção – para o bem e para o mal, pois podemos perdê-los por descuido.

O sociólogo Richard Sennett compara o ato de “moldar” e administrar as resistências dos materiais às resistências e idiossincrasias das relações humanas. Segundo ele, o trabalho manual ensina a lidar com as resistências sem lutar contra elas, e sim tentando entendê-las. É isso.

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Depois de muito falar sobre essa nova noção do tempo, sobre raízes, poda, estaca, sol, chuva, regas, devo dizer que ganhei vários presentes, naquele domingo, no jardim do Paulo Netto. Mas vou destacar três. O primeiro foi a iniciação nessa surpreendente arte em obra aberta, praticada em um ser vivo que respira, se alimenta, cresce e reage a cada escolha feita. Essa “obra” pode originar novas árvores, pode durar uma vida – ou várias.

Claudia fazendo uma poda de forma em sua Eugenia Sprenguelli.

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Li em algum lugar que praticar o Bonsai ajuda a preservar o coração de criança. Depois de conhecer o Paulo Netto, só posso acreditar nisso. Ele é um brincalhão capaz de contagiar a mais soturna das criaturas. Este foi outro dos presentes que ganhei: avivar o olhar lúdico para o mundo, a capacidade de imaginar e de brincar, que costuma adormecer com o passar dos anos, mas é tão determinante para nos manter não apenas vivos – mas vivazes.

No filme “A grande beleza”, de Paolo Sorrentino, há um trecho que me parece pertinente para falar do terceiro presente: diante do protagonista Jap Gambardella, escritor que sofre de bloqueio criativo, uma espécie de santa/freira diz que só se alimenta de raízes porque “as raízes são importantes”. A dimensão simbólica dessa reflexão ajuda o escritor a buscar, a partir dali, suas próprias raízes, livrando-se do bloqueio e encontrando novo sentido para a sua vida.

O terceiro presente que ganhei, com as mãos enfiadas na terra, foi reencontrar as minhas próprias raízes, e renovar a vontade de cuidar delas com o mesmo apreço. Cuidar, sinônimo de curar, zelar, vigiar: é o que eu quero fazer pelo meu jardim, pelas pessoas importantes da minha vida, pela nossa cadelinha Flor, pela nossa casa, por mim.

Eugenia spreguelli trabalhada por Claudia Penteado. Foto depois das etapas de aramação, tencionamento e poda.

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O cuidado que demanda um Bonsai é o mesmo que se deve ter com as relações e o que nos cerca. Esse é um dos muitos paralelos valiosos entre essa prática milenar e a vida.

De coração quente, sigo no meu confronto mensal com os deuses. Mas daqui para frente, sem querer combatê-los, e sim aprender com eles. Como sou da turma do improviso – e jamais serei a pessoa mais organizada e metódica do mundo –, ainda não escolhi minha próxima aventura.  Claudia Penteado.

Todo mês Claudia Penteado, vai buscar uma nova arte, vai escrever sobre uma experiência diferente, e publicar no site da revista Época suas percepções.Essa matéria sobre o Bonsai e Penjing foi apenas um começo de suas novas experiências, vale a pena conferir todas que ela irá buscar..

Claudia Penteado e seu marido Flavio Cordeiro

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O Cavaleiro Templário

Posted in Bonsai - Meus Trabalhos, Bonsai - Penjing e Yose ue with tags , , , , , on 3 d e fevereiro d e 2014 by aidobonsai

O cavaleiro Templário

Miniatura feita em resina com altura de 7cm. Fotos tiradas em Penjing criado com 15 Eugenias sprenguelli, hoje com idades entre 15/27 anos.  Gosto de tirar fotos de figuras nos Penjings  (paisagem miniatura), pois ajuda a olhar a proporção e o desgaste dos troncos das árvores.

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Penjing  “O caminho do Templo”   nessa paisagem foram tiradas as fotos a baixo.

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Jarros de pedra com 1cm de altura, Buga com 8cm de altura (bronze).

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Penjing    “As águas de Kioto”

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