Figuras humanas a venda para Bonsai e Penjing

Posted in Aido Bonsai, Arte - Oriental várias, Arte - Pintura Oriental, Curiosidades, Penjing Brasil with tags , , , , , on 26 d e julho d e 2017 by aidobonsai

Aqui peças que estou vendendo da minha coleção pessoal. São figuras humanas em cerâmica Chinesa que comprei em lojas diferentes entre os anos de 1990 e 1996. Todas as peças vendidas são novas, guardadas na caixa original, nunca viram o sol do jardim.  O frente não está incluído. Para tirar dúvias ou pedir uma peça mande email para: paulonetto.diretor@gmail.com.

Entre na galeria e veja mais fotos e outras peças a venda.

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Cursos de Bonsai 2017

Posted in Aido Bonsai, Arte - Jardim Japonês, Bonsai - Bonsaistas do Brasil, Bonsai - Sua historia, Penjing Brasil with tags , , , , , , on 6 d e fevereiro d e 2017 by aidobonsai

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Venha fazer um curso e aprenda os segredos da criação do Bonsai. As técnicas podem ser utilizadas em várias formas de paisagismo e modelagem de jardins em suas casas. Se você mora em apartamento e tem uma varanda, ou uma janela que receba um mínino de 2 / 3 horas de sol por dia, você pode cultivar essa arte milenar chinesa. Leia a matéria, veja as fotos e saiba os  detalhes e valor do curso.

PRÓXIMAS TURMAS DIA  15 e 29 de JULHO.

Espaço Aido Bonsai

Como é o curso AIDO Bonsai

No início do curso é explicada a história de como surge o Bonsai e de como se formam os 19 estilos clássicos e não clásicos existentes na natureza.

Aqui mostro aos alunos que, para começar a arte, não é preciso gastar muito em ferramentas. Pelo contrário, podemos começar improvisando, mas de forma correta e priorizar o principal,  plantas e vasos para trabalhar.

Fazendo a demostração de formação e criação de um pré bonsai. A espécie escolhida no terceiro curso do dia 22 de abril foi uma eugenia sprenguelli.

Alunos:  Ricardo Andrade e Luis Berbert com árvore trabalhada pelo professor Paulo Netto na manhã do curso.O aluno e Tatuador Luis Berbert, com seu Penjing criado partindo de um juniperus horizontalis.

Cada aluno do curso trabalha um pré bonsai e leva para sua casa um primeiro trabalho. O curso fornece: pré bonsai de 8 a 14 anos de idade, vaso de pré bonsai, dvd com livro eletrônico contendo 400 páginas em PDF e 3.000 fotografias, alimentação e todo material necessário para criar seu primeiro trabalho.

Valor do curso com Pré bonsai incluido:   R$ 390,00 reais para aula em turma.

Valor do curso com tudo incluído mesnos Pré Bonsai: R$ 200,00

O aluno também pode optar por uma aula particular com tudo incluído, além de segundo dia de trabalho com revisão de dúvidas. no valor de R$ 890,00.

No curso os alunos utilizam toda área do espaço Aido Bonsai. Nessa foto minha mesa de trabalho no Espaço Aido Bonsai. No curso é utilizado todo acervo de Penjings e Bonsais criados nos meus 26 anos de dedicação à arte.

Penjing  ” Uma ponte na floresta “

Aluno Flavio Cordeiro, olhando atentamente o que deve ser podado na sua caliandra rosa.

Este curso, que é realizado em um dia, começa às  8:00 hs da manhã e termina às 18:00 hs, com meia hora para um bom lanche, o que é muito importante para que a aula seja bem dinâmica. O aprendizado tem que ter  teoria, técnica e prática na medida certa. 

Sempre tive a preocupação, elaborando o meu curso, de que o aluno não pode trabalhar uma planta sem qualidade ou um falso pré bonsai, levando para casa uma muda de baixa qualidade, como aquelas plantas que são vendidas como bonsais em vasos plásticos em supermercados e em algumas florálias.    

Recebo no meu blog muitas fotos como a de baixo, de várias espécies, sempre com a mesma pergunta:  Por que meu bonsai de 5, 15, 20 anos morreu tão rápido?

Essas plantas são responsáveis por fazerem muitas pessoas acharem que não conseguem ter um bonsai ou que simplesmente justificam como:  “Não tenho mão para planta, mato todas”.  Essas mudas são muito vendidas pelos produtores de  Holambra, e considero um crime comercial com a arte do Bonsai e do Penjing.    Alunos do primeiro curso do ano 25 de março, com seus pré bonsais.

O aluno, bonsaista e mestre de Taekwondo Ricardo Andrade com sua caliandra, que ele trabalhou como Mame no curso do dia 22 de Abril.

Existe idade para começar a praticar Bonsai?  Claro que não!  Traga seus filhos e faça um curso preparado para eles, como fez Fabrizio Cannavezes que trouxe toda a família.

Leandro Anesi saindo do curso particular com seu primeiro Penjing, mais um apaixonado pela arte da paisagem miniatura nascendo.

Se você se interessou entre em contato:

paulonetto.diretor@gmail.com

cel / whatsap: 21 970423042

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Entre na galeria fotográfica e veja toda estrutura do meu curso básico de Bonsai:

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Bem vindo ao espaço Aido Bonsai

Posted in Bonsai - Aido Bonsai 2010, Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , on 4 d e abril d e 2010 by aidobonsai

Leia sobre o Aido Bonsai, com a música que é o som ambiente do meu espaço há 22 anos.

O meu nome é Paulo Netto e me apaixonei por esta arte aos 14 anos de idade ao ver meu primeiro Bonsai  numa exposição sobre a China, no Rio de Janeiro, em 1979. Hoje crio e estudo a arte há 17 anos. O meu blog não tem fins comerciais e o seu objetivo é divulgar o meu trabalho, conhecer outros bonsaístas, fazer amigos, dividir informações técnicas e fotografias, e homenagear grandes mestres e profissionais que fazem a diferença nesta arte.Para entrar em contato use o Email:  paulonetto.diretor@gmail.com

My name is Paulo Netto and I fell in love with this art at the age of 14, when I saw my first bonsai and peijing at a chinese exposition in Rio de Janeiro, 1979. Today I make and study this art for 17 years. My blog doesn’t have comercial purpose and my real goal is to publish my work, meet other bonsaists, prastise friends, share tecnical information and photos, and to pay homage to the big masters and professionals that make the difference in this art. For Aido Bonsai in English enter 

Me llamo Paulo Netto y me enamoré por este arte a los 14 años de edad al ver mi primer Bonsai en una exposición sobre la China, en Rio de Janeiro, en 1979.
Hoy cultivo y estudio el arte hace 17 años. Mi Blog no tiene finalidad comercial y su objetivo es divulgar mi trabajo, conocer a otros bonsaistas, hacer amigos, compartir informaciones técnicas y fotografías, y homenajear a los grandes maestros y profesionales que hacen la diferencia en este arte. Para entrar en contacto, escriba para el email: paulonetto.diretor@gmail.com

Je m’appelle Paulo Netto et je me suis enchanté pour cet art  quand j’avais 14 ans lorsque j’ai vu, pour la première fois, un Bonsai dans une exposition sur la Chine, à Rio de Janeiro, en 1979. Je cultive et j’étudie l’art il y a 17 ans. Mon blog n’a pas de fins commerciales et son objectif est de diffuser mon travail, de connaître d’autres bonsaïstes, de faire de nouveaux amis, de partager des informations techniques et des photographies, et de rendre hommage aux maîtres et professionnels qui font un travail magnifique dans cet art. Pour faire contact, utilisez le e-mail paulonetto.diretor@gmail.com

Ich heisse Paulo Netto und bin von der Bonsaikunst fasziniert seitdem ich im Alter von 14 Jahre das erste Mal ein Bonsai gesehen habe. Das war 1979 in einer Chinaausstellung in Rio de Janeiro. Seid 17 Jahren gestalte ich selber Bonsais und lerne weiter diese Gartenkunst. Mein Blog hat kein kommerzielles Interesse. Ich moechte hier meine Kreationen vorstellen, andere Bonsaisten kennen lernen, Freunde machen, technische Infos und Bilder austauschen und Bonsameistern sowie wichtigen Fachleuten dieser Kunst meine Anerkennung geben. Kontakt per Email: paulonetto.diretor@gmail.com

Como tudo começou:

Minha paixão por bonsai e penjing começou antes de conhecer esta arte própia- mente dita. Desde os 10 anos observava meu pai, o diretor de tv Paulo Netto, também conhecido como Netinho, construindo maquetes em miniatura para os especiais infantis que ele criou para a Rede Globo de televisão. A nave do especial Plunct Plact Zoom, a lancha que iria explodir na novela Água Viva ou os cenários construídos em miniatura para serem filmados em chroma key no Fantástico, são alguns das centenas de trabalhos excutados como maquetista. Foram 50 anos de vida dedicados à televisão. Aprendi com ele muitas técnicas de modelismo, pintura, artesanato e escultura, e todas me ajudaram muito hoje na confecção de pedras e detalhes em madeira para os meus penjigs (paisagens em miniatura).Sou diretor de cena e publicitário e hoje afirmo que a arte do Bonsai  me ajudou na observação do detalhe e no respeito de esperar com paciência pelas etapas nescessárias para realização de um bom trabalho. Fui apresentado ao bonsai aos 14 anos de idade ao ir numa exposição sobre a China, noRio de Janeiro, em 1979. Foi paixão à primeira vista: conciliar a visão da natureza, a criação de pequenas árvores e os elementos físicos à sua volta era um desafio. E maior o desafio se torna quando não lidamos com materais inanimados. Árvores e plantas morrem em contato com diversos materiais, como alguns tipos de tintas, resinas, corantes e produtos químicos usados em belas artes. Estes produtos são absorvidos pelas raízes, muitas vezes apenas anos depois de contato direto  após o crescimento.

 

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Abaixo fotografia do meu primeiro espaço de cultivo ,criado em 1990 na casa dos meus avós. Nesta época improvisava as ferramentas os vasos, não tinha pesquisa na internet, perdi plantas e bati muita cabeça.

Na foto seguinte, já na minha casa, construí com o total apoio do amor da minha vida Vitória Martins, o espaço Aido Bonsai.

Vitória segurando meu terceiro trabalho, uma Azaléia. Infelizmente eu perdi este bonsai, um galho gigante caiu sobre ele e outros trabalhos em uma tespestade.

O primeiro Bonsai:

Em 1990 eu já tinha vontade de comprar meu primeiro bonsai. Minha mãe, a atriz da velha guarda Dinah Ribeiro (Maria Thereza Zampieri), que começou sua carreira na Radio Nacional de São Paulo e trabalhou em teatro, cinema e televisão, quando soube que eu queria adquirir um bonsai, me levou imediatamente à feira da Liberdade. Comprei um belo bonsai do grande mestre Kensaburo Hadano, um Shimpaku estilo Han Kengai. Infelizmente, o pouco conhecimento e o medo de perder a árvore me levou a ter tantos cuidados que acabei perdendo o bonsai meses depois. Hoje, sei que a falta de sol pleno, o fato de regar muito a copa e o calor do Rio de Janeiro foram os fatores de sua perda. Nesta famosa feira que acontece todos os domingos obtive também algumas dicas de como obter livros importados, na época eram muito poucos disponíveis aqui no Brasil. Continuei na minha procura, mas cometi um erro comum de quem quer possuir seus primeiros bonsais: a compra de bonsais falsos em alguns quiosques de rua no Rio de Janeiro. O oportunisto de quem não é profisional leva à venda de plantas de folhas pequenas, geralmente tuias e pinheiros, aplicando técnicas radicais de poda de raízes e copa. Você leva para casa uma bomba relógio que já está com os seus dias contados. Você volta e vendedor pergunta: “Você regou todo dia? Foi isso!”, “Você não regou todo dia? Foi isso!”. Não tem para onde correr, a incapacidade é sempre sua. Minha avó Morella Vilola, uma apaixonada e estudiosa de plantas ornamentais, me passou, ao longo da adolescência, um conhecimento básico sobre botânica bem razoável, mas sua ajuda não impediu a perda de outras compras erradas. Hoje, alguns quiosques do Rio vendem bonsais verdadeiros e de muita qualidade, mas são poucos; devemos nos informar muito antes de uma compra. Não existem bonsais de 30 anos vendidos por R$ 50 reais! Ninguém dedica cuidados a uma árvore por tanto tempo para vender por este valor. Aqui nos links você encontra empresas especializadas e produtores sérios.

Mar de Itaipuaçu. Recanto da pedra do Elefante ou Alto Mourão.

Pedra cascata. Esta é uma poliqueta que foi jogada pelo mar de Itaipuaçú em 1980. Ela é formada por moluscos  que constroem tuneis, fazendo caminhos e formando uma estrutura muito dura parecendo rocha sólida. Ela ficou ao ar livre pegando chuva até 2005. Em 2006 escavei e plantei este Ulmus chinensis.

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Uma outra paixão de infância se juntou ao bonsai e ao penjing. Moro em frente a praia de Itaipuaçu, em Maricá, RJ. Quem conhece esta praia sabe que aqui temos uma das maiores ondas do Brasil. É um mar violento, que é acentuados pela profundidade e falta de recifes em sua orla. Esta formação da praia facilita ao mar jogar muitas conchas e pedras de grande porte. Desde os 8 anos de idade era ouvir o mar ressacar e lá ia eu com uma cesta coletar conchas.

Floresta de Buxinhos palntado em suiban (bandeja) de madeira maçaranduba.


O problema se agravou quando meu padrinho me deu um livro de classificação de conchas. O tamanaho do problema? Cerca de 28.000 conchas do mundo inteiro estão guardadas na minha garagem, são 2.000 espécies, aguardando uma sala para serem expostas. Colocarei em breve aqui no blog as fotos desta coleção, pois perdi os livros de catalogação da minha coleção para alguns malditos cupins. A facilidade de uma câmera digital me permitirá um sonho antigo, fotografar toda coleção e compartilhar com vocês. Aqui uma concha da minha coleção uma Tridacne Gigas da polinésia de 70 kilos. Estas conchas são usadas nas antigas igrejas Francesas como pia batismal.

O trabalho a seguir está sendo desenvolvido há 11 anos. As 15 árvores desta floresta foram cultivadas em separado e suas formas foram modeladas para que se encaixassem como um quebra cabeça. A maior árvore ao centro e as subsequentes menores. Numa floresta a árvore mais antiga (mater)  sempre está no centro. Ela foi plantada numa lage de pedra São Tomé. A cada ano ela vai ficando mais harmoniosa.

O pequeno templo. Floresta de Eugênias plantada em laje de pedra São Tomé.

Detalhe da floresta. O Pequeno templo. Madeiras do caminho com 7cm X 1cm.

Já as pedras que são jogadas pelo mar de Itaipuaçu possuem formas incríveis, buracos, platôs, reentrâncias. Recolho algumas destas pedras desde os 15 anos. Já falaram dentro da minha casa: “o Paulo está maluco, carregando todas as pedras da praia para dentro de casa; agora está usando até carrinho de mão!” – rsrsrsrsr.

Pedras jogadas pelo mar de Itaipuacú.

Me orgulho de ter até hoje todas elas e usar estas pedras em alguns dos meus trabalhos. Aqui no blog vocês vão encontrar em navegação por assunto (coluna da direita) etapas dos meus trabalhos e técnicas de modelagem de concreto celular. Ôpa, acho que ouvi o mar ressacando, vou pegar algumas pedras! Obrigado por visitar o blog e volte sempre.

Floresta de Aspargus. Tori feito em madeira. Altura 25cm

Penjing:  “O Samurai”, Bonsai de Pithecolobium torthum  com 30 cm de altura. Base modelada em concreto celular. Samurai em resina com 5 cm.

Detalhe do Penjing  “O caminho de Shosen”  Floresta com 18 Eugenias sprenguelli.

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O que é o pensamento Aido Bonsai:

A tradução do japonês é “Caminho da harmonia pelo Bonsai” Há 11 anos adotei este nome para o meu ateliê, que no ano de 2009  fará 17 anos de idade. Meu ateliê  fica no terreno da minha casa em Itaipuaçu distrito de Maricá, no Rio de |Janeiro.

Marca do atelie Aido Bonsai: quadrado, círculo e triângulo,representando as três formas geométricas diferentes, mas que giram perfeitamente uma dentro da outra. Representam: mente, corpo e espírito. Esta forma é o símbolo da harmonia universal. Os 4 trigramas do I Ching com os elementos que o bonsai precisa para viver: água, terra, sol e ar. A árvore dentro do triângulo representa a base estética da triângulação do bonsai.

O nome conceitua literalmente o que eu sinto que esta arte pode trazer para a nossa saúde espiritual e física. O contato direto com a terra, a procura de encontrar uma pequena árvore numa floresta ou  uma muda escondida nas florálias, aumenta a percepção  da natureza que está à nossa volta. Todas as etapas relacionadas ao cultivo do Bonsai são gratificantes e nos ensinam o momento de esperar a natureza seguir seu rumo natural. Isto nos torna mais tolerantes e pacientes nas nossas relações de trabalho e pessoais.

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O meu bloog tem como finalidade dividir com amigos, pessoas que não conhecem o que é Bonsai e outros apaixonados por esta arte, minhas experiências e meus conhecimentos adquiridos neste tempo, dedicado às minhas árvores. No futuro estarei disponibilizando todo meu acervo fotográfico e colocando a  minha coleção de livros à disposição para consultas.  Obrigado por visitar o meu Blog

O jogo de go. Detalhe de floresta de Ficus benjamina (17 árvores)

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O que é Bonsai e Penjing ?

Bonsai é uma arte que permite ao estudioso de suas técnicas usar os conhecimentos adquiridos de Agronomia, Botânica e estética para controlar e modelar o crescimento de uma árvore. Tem como objetivo condicioná-la de maneira saudável em um vaso de proporções próximas às de uma bandeja, de forma que esta adquira toda a beleza e características físicas de uma árvore de grande porte encontrada na natureza.

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Penjing é a arte Chinesa de reproduzir uma paisagem encontrada na natureza com todos os seus detalhes. Uma floresta com um corte de rio, aquela praia com uma árvore retorcida pelo vento, uma montanha com árvores enraizadas nas suas encontas, um lago calmo etc… Para isto são utilizados suibans (bandejas rasas) que podem ser de cerâmica, pedra, madeira ou até resina.

A montanha de Buda. Modelada em concreto celular.

Tenho intenção de em qualquer matéria publicada aqui no blog colocar os créditos dos bonsaístas, artistas e fotógrafos. Este é um site que tem por objetivo mostrar e divulgar esta arte maravilhosa que é o Bonsai. Se alguma foto estiver sem crédito é porque as vezes não é informado na fonte de pesquisa. Se você tem algum trabalho aqui publicado será um prazer colocar todos os seus dados de contato no blog. obrigado

Entre na galeria e conheça mais dos meus trabalhos e o espaço Aido Bonsai:

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Felipe Dallorto – Entrevista

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Entrevistas no Brasil, Bonsai no Brasil with tags , on 4 d e agosto d e 2017 by aidobonsai

Aqui mais uma entrevista com um bonsaísta que vem se destacando no Brasil,  Felipe Dalorto tem um trabalho de criação, modelagem, triângulação e  estética muito apurados.  Obrigado Felipe, pela disponibilidade de dar a entrevista, parabéns pelos seus trabalhos e por essa paixão a arte do bonsai. OSSSSS

1 – Felipe quando você se interessou e começou a se dedicar arte do Bonsai ?

Comecei no ano de 2001 comprando bonsai de supermercado. O primeiro morreu, depois comprei outro no mesmo supermercado, daí morreu também…rsrs comprei o terceiro também no mesmo supermercado, antes que morresse, comecei a pesquisar pela net e encontrei um curso de bonsai em Jacarepaguá, onde residia nesta época. Foi aí que conheci o Edson Sanroma, do extinto bonsai Sanroma, onde fiz meu primeiro curso de bonsai no ano 2003.  No ano de 2005 conheci o Roberto Gerpe e comecei a estudar com ele, anos depois entrei para a escola do Claudio Ratto. Entre os anos de 2005 a 2012 , fiz diversos workshops com mestres internacionais e nacionais. Em 2014, participei do concurso de novos talentos no evento Bonsai 2014 no Museu do Bonsai em Minas Gerais.  Ganhei em primeiro lugar e conheci o artista Italiano Mauro Stemberger, onde estudei com ele na Itália por 3 anos e me formei como instrutor profissional da escola dele na Italian Bonsai Dream.

2- Como você vê o crescimento do Bonsai hoje no Brasil ?

Vixi, cresceu de mais! Lembro bem da época que comecei, eram poucos que faziam cursos e também as informações eram precárias em relação a hoje. Com a facilidade de informações no mundo virtual, podemos afirmar que o bonsai cresceu muito e infelizmente de forma desordenada, pois muitas pessoas acham que irão aprender pela internet.

Bonsai é prática orientada,  assim como qualquer outra atividade, seja esporte, arte, música e etc.. sem prática orientada, muito difícil fazer qualquer atividade com qualidade e destreza.

3- Você gosta de fazer demostrações ? Que estilo de bonsai você mais gosta de trabalhar nos eventos que participa?

Sim , adoro as demonstrações. Gosto do desafio da criatividade. Você precisa pensar rápido e tomar decisões em pouco tempo, gosto desta adrenalina.

Sobre o estilo, não tenho muita preferência. Gosto de trabalhar todas as espécies no mais variados estilos. Quanto maior a qualidade do material, melhor o resultado final. Sinto falta disso aqui no Brasil, pois no exterior, as árvores são mais preparadas para as demonstrações. Aqui pegamos muitos materiais brutos do campo, onde dificulta muito um resultado final com qualidade.

4– Quando você está ensinando seus alunos, administrando cursos qual sua maior preocupação ?

Com certeza a didática, tento ser o mais didático possível, para que o aluno possa absorver bem as técnicas.

5- No seu curso como você tem um foco principal ? Entre: Teoria, Técnica, Prática ?

Tento passar o máximo possível da prática, pois aprendi muito praticando na Europa. Teoria é importante para a parte fisiológica.

Técnica de posicionamento de galhos, estrutura, aramação, poda, design, traumas e etc.. você só aprende na prática.

6- Você vê alguma diferença dos bonsaístas brasileiros, para os que se dedicam a arte fora do Brasil ?

Muita diferença! Aqui no Brasil, muitos começam como comecei, comprando “Malsai” de supermercado e tentando aprender na internet. Lá fora, quem tem interesse em começar na arte, entra para uma escola com um profissional qualificado.

Já ministrei 3 workshops na Europa junto ao meu mestre Mauro Stemberger, e pude perceber que o nível básico de quem está começando por lá é quase o nível avançado de pessoas daqui do Brasil, devido à qualidade de ensino nas escolas.

Outra é que muitos brasileiros que nunca fizeram cursos e que não se capacitaram como profissionais, ministram cursos e workshop para o público e isso gera uma confusão e distorção da arte no geral.

7 – Quais espécies você mais gosta de trabalhar ?

Pithecolobium tortum, Caliandra Espinosa, jabuticabas e as figueiras.

No quesito complexidade, os Pinheiros e juniperus, são mais interessantes e desafiadores.

8 – Que espécie você gostaria de trabalhar na sua região, mais as circustâncias de clima e adaptação não permitem ?

Com certeza as coníferas, pinheiros e juniperus.

9 – Dos seus trabalhos qual você destaca com um carinho especial. Me fale um pouco sobre ele.

Destaco esse Pithecolobium Tortum, devido às inúmeras dificuldades que tive de mantê-lo comigo. Desde a coleta em 2010  com meu amigo Fábio Nery do Rio, tive dificuldade de trabalhar e manter ao meu lado, pois não tinha um espaço para colocá-lo. Sempre a árvore estava na casa de amigos e familiares. Quando me juntei com minha ex companheira, levei comigo e pude dar os primeiros passos nela. Anos depois, me separei  e tive que vender, mas para minha sorte, vendi para o proprietário do bonsai Leblon no Rio, no qual presto serviço para o mesmo e consegui dar continuidade nos trabalhos.

10– Você segue alguma escola ou estilo nas suas criações?

Sigo o que as espécies mandam, se for uma conífera, estilizo como uma conífera, se for uma tropical, estilizo como uma tropical.

Aqui no Brasil, muitas pessoas aindam estão presas no bonsai japonês, estilizam árvores tropicais como Pinheiros e juniperus que nascem no Japão.

A técnica e a escola é uma só “Japonesa” digo; aramação, colocar a arvore no vaso, formas de patamares de diferentes espécies, torções, estilos de bonsai como moyogi, chokan e etc.. praticamente a maior parte das técnicas e informações da arte no geral é do Japão, mas as pessoas precisam entender que o Japão usam suas espécies nativas para fazer bonsai e delas que saem as inspirações e criações.

A Europa e os EUA, começaram na arte com espécies japonesas, após as idas e vindas de artistas no Japão, começaram a entender e praticar a arte com suas espécies nativas, desta forma, criaram sua identidade no bonsai do seu país, como na Europa que já é uma grande referência no mundo do bonsai com suas árvores nativas e agora os EUA que estão montando sua identidade.

11 – Você gosta mais de algum estílo de bonsai em particular ? Qual ?

Gosto de todos os estilos, sou apaixonado e muito aficionado pelo bonsai, mas o que mais me chama a atenção é o semi cascata e o literati.

12 – O que a arte do bonsai agregou na sua vida ?

Muitas coisas, principalmente paciência,  muita paciência…rsrsrs

13 – Você acha que um bonsai deve seguir uma ordem rígida de técnicas e estética, ou deve seguir uma forma mais livre e artística ?

Então, na minha opinião e voltando um pouco do que disse na pergunta n:10 , o bonsai tem que ser como as árvores são, não digo da forma naturalista, mas com um design estético junto ao comportamento das espécies.
Por exemplo ; você já viu um Pinheiro e juniperus estilizados no Japão ou da Europa  com os galhos pra cima como uma tropical ou como uma caduca ? Acredito que não, pois cada espécie tem seu comportamento no ambiente que nascem.  A forma artística entra na criatividade, na transformação de um material que veio de uma forma bruta e você tem a liberdade para mudar ou não esta forma, dentro do comportamento de cada espécie.

14- Que bonsaístas chamam a sua atenção, hoje no cenário mundial ?

Com certeza meu mestre Mauro Stemberger que é requisitado no mundo inteiro e o Bjorn Holm, no qual tive a oportunidade de conhecê-lo e de ter trabalhado o seu lado na China.

15- Qual a sua percepção hoje da arte do bonsai no Brasil ? Você acha que teve um crescimento? Há uma maior projeção dos nossos artistas no cenário mundial?

As coisas estão começando a fluir, acredito que em 10 anos estaremos com uma identidade mais concretizada no mundo do bonsai.  Temos bons artistas no Brasil, o que precisamos fazer de imediato é trabalhar mais as nossas nativas e estudar mais, desta forma a projeção mundial será natural.

16- Você esteve no Encontro nacional de Bonsai em Minas ? O que te chamou atençnao no evento ?

Sim, estive neste importante evento no Brasil.
O que me chamou a atenção foi a quantidade de pessoas novas e de diferentes estados e até de países vizinhos participando no evento. Sinal que o bonsai no Brasil está crescendo.

17- O que você gostaria de vêr nos eventos futuros do Bonsai 2018 ?
Gostaria de ver algumas pessoas de todas as associações, clubes, lojas e profissionais que não vi neste ano e 2017 no evento. Temos que nos esforçar mais na união e compartilhamento das informações.

18 – Que conselhos você poderia dar para quem está começando a se dedicar a arte do Bonsai.

Procurem sempre um profissional, façam um bom curso.   Não percam seu tempo com informações na internet. Você nunca irá dirigir um carro lendo um manual… pois para dirigir nas longas estradas é preciso prática, assim como na arte do bonsai.

19- Quais atributos o bonsaísta deve ter para conseguir um bom resultado nos seus trabalhos ?
Talento, criatividade, paciência e ser estudioso.

20- Me fale um pouco do seu espaço, hoje você cuida de quantas plantas?

Infelizmente ainda não tenho um espaço. Vivo em um quarto em Copacabana e estou me esforçando o máximo para concretizar esse sonho.

21- Quais os benefícios físicos, mentais que podemos encontrar se dedicando a arte do bonsai?
Coordenação motora, atenção, criatividade, paciência, contato com a natureza e paciência, muita paciência. Rsrsrs

22– Diga uma frase, um pensamento, que você ache que sintetiza nossa arte.

Galhos retorcidos, aromas no ar, folhas no chão, sinais das estações e do mundo antigo.
Somos jovens, vagando pela face da terra, moldando árvores centenárias, onde a beleza nos hipnotiza e a troca alimenta a alma .

Entre na galeria e veja mais trabalhos de Felipe Dalorto:

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Fazendo um display para Conchas

Posted in Coleção de conchas, Curiosidades with tags , on 24 d e junho d e 2017 by aidobonsai

Aqui publico as fotografias das etapas de criação e produção de como eu faço alguns displays para guardar a minha coleção de conchas.

1- Material: Placa preta de EVA, régua de aço, faca olfa, fita dupla face, tesoura muito afiada, régua de gabarito quadrada, papelão rígido e feltro preto.

2- Primeiro eu pego um papelão e corto do tamanho da gaveta onde vou guardar as conchas.  Eu cubro o papelão com feltro negro usando fita dupla face, criando uma base para aplicar as divisões para as conchas de diversos tamanhos.

3- Passo fita dupla em um dos lados da placa de EVA para cortar.

4- Aqui cortei tiras de meio centímetro. Essa gaveta é para guardar conchas que tem de tamanho de 6 milímetros à 3 centímetros.

5- Começo a colar as tiras da borda para dentro, e vou escolhendo as distâncias dependendo do tamanho das conchas que vou encaixar.

6- Vou montando os espaços.

7- Aqui a placa já pronta para encaixar na gaveta. Essa arrumação permite que depois de fotografar, você possa catalogar todas as conchas no computador. Você pode numerar a borda das casas e relacionar todos os números em uma lista no seu computador.  Se você for colocar uma placa de catalogação completa, escrita ao lado das conchas deste tamanho, você teria que ter de 8 à 12 gavetas, para essa mesma quantidade de espécies.

Aqui a criação de uma placa única com 6 divisões apenas.

1- Começo desenhando com caneta os cortes que quero fazer na placa de EVA.2- Depois de cortado, coloco fita dupla na parte que será colada na placa de feltro negro. Passo fita dupla em todas as partes da placa.

3- Aqui a placa já colada com as conchas posicionadas. Aqui também conchas com o tamanho máximo de 3cm.

4- Aqui a placa dentro da gaveta de metal, que possui 5cm de altura. Ela é uma das gavetas de um móvel que comprei em 1989 na Tok Stok. Cada módulo vem com 6 gavetas, eu comprei na época 10 módulos somando 60 gavetas, apenas para guardar conchas de pequeno porte.

5- Nas fotos algumas gavetas em que eu fiz o display com papel cartão pesado, pintado de preto, acompanhando a cor do feltro, desta forma a concha se destaca bem do fundo.

OBS: As conchas da foto expostas à luz apenas ficam nessa situação quando recebo amigos, biólogos e outros colecionadores. As conchas ficam sempre totalmente cobertas, pois a luz e o sol afetam a pigmentação das conchas.

Aqui outra opção: uma gaveta com as placas de EVA cortadas com espaço para colar a classificação dos gastrópodes.

6- Agora a criação de um display para conchas menores ainda. As conchas aqui vão ter de 2 mílímtros à 6 mílímetros apenas. Para esse tamanho, temos que usar o feltro de fundo, para não permitir que as conchas se movam quando a gaveta é aberta.  Esse display permite guardar em uma única gaveta 500 conchas.

7- Você pode também, além do EVA com feltro, valorizar conchas raras usando tampas de produtos diversos. Eu corto o feltro do tamanho do fundo da tampa, isso faz com que a concha não deslize e fique bem segura.

Nesse a seguir acima usei tampa de Guaravitom, caixa de bombom da cacau show e tampa acrílica de mousse vendida em loja de embalagens.

Eu faço no Corel Draw a planta baixa, geométrica da caixa, e numero cada compartimento, assim você pode catalogar cada gaveta economizando 90% de espaço. Se você for colocar uma etiqueta completa de classificação ao lado de cada espécie diferente, você precisaria de 6 gavetas para catalogar 50 conchas, desta forma uma gaveta pode conter até 70 conchas de 3 centímetros, de forma bem destacada. Vou esta semana acrecentar aqui a planta baixa desta gaveta.

8- Aqui um display onde eu colo tampas iguais de Coca Cola com cola quente ou Tek Bond na placa de papelão, e depois eu pinto tudo com colorj Jet negro brilhante. Depois eu corto feltro negro e coloco no fundo de cada tampinha.

Entre na galeria e veja todas as fotos:

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250 Suisekis – As esculturas da natureza

Posted in Arte - Suisekis with tags , , , , , on 22 d e maio d e 2017 by aidobonsai

Aqui uma galeria para quem gosta de Suisekis, 250 fotografias de suisekis representando:  montanhas, pessoas, animais, flores, rios, insetos, verdadeiras esculturas naturais, expostas em daizas de todas as formas.

Aqui no blog você pode ler uma matéria sobre a história do Suiseki e todos seus detalhes:   https://aidobonsai.com/2008/12/29/suiseki-uma-arte…il-anos-de-idade/Você pode fazer pequenos suisekis, procurando pequenas pedras, leia essa matéria:   https://aidobonsai.com/2009/04/25/procurando-peque…ontanhas-suiseki/

Abaixo pedras recolhidas em ruas, praças, terrenos baldios e na praia de Itaipauçu, em um pequeno espaço, muitos suisekis, cada um com uma história.

Entre e veja mais 240 Suisekis de todo mundo:

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Roberto Gerpe – Visita ao seu Viveiro

Posted in Bonsai - Árvores especiais, Bonsai - Grandes Mestres, Bonsai no Brasil with tags , on 12 d e maio d e 2017 by aidobonsai

Um dos mais experientes e talentosos artistas do Brasil.

Hoje, dia 12 de Maio, voltei do viveiro do meu amigo e bonsaísta Roberto Guerpe e não tem como não retornar para casa com muita energia e com vontade estudar cada dia mais.

Tive o prazer de ser convidado pelo Roberto para fotografar e ajudar a produzir o seu livro pessoal  “A arte de Roberto Guerpe” (título provisório).  Roberto, no seu livro, vai contar um pouco da  sua história, falar sobre seus mestres, a sua trajetória na arte, e depois de todo seu acervo ser fotografado, escolher quais bonsais, entre mais de 150 trabalhos , serão contemplados em seu livro.

Hoje fizemos nossa primeira reunião de trabalho, onde começamos a decidir todo o processo fotográfico, direção de arte e conteúdo que o livro vai abordar.

Um pouco sobre o mestre Roberto Gerpe:

O primeiro mestre a transmitir as primeiras informações sobre a arte ao Roberto Gerpe foi Namizo Nakarara em Friburgo, no ano de 1985.

Roberto fez vários cursos na Alemanha com o mestre Horst Krekeler e workshops com Marc Noelanders e Udo Fisher. Quando voltou da Alemanha, Roberto conheceu o grande mestre Osamu Hidaka e com ele aumentou seus conhecimentos na arte do bonsai.

Em 1986 Roberto criou A Art Bonsai no Rio de Janeiro, empresa que manteve por 10 anos. Em 1997 foi para o Japão onde teve aoportunidade de conhcer o mestre Masahiko Kimura.

Em 2000, Roberto se muda para California onde começa a ter aulas periódicas com o grande mestre John Naka. Roberto também estudou com Ernie Kuo por 3 anos.

Estarei complementando essa matéria com fotos de vasos chineses de todos os tamanhos, que estão sendo vendidos por Roberto Guerpe, além de algumas plantas.

Já deixo aqui ao Roberto meu agradecimento pelo convite, pois será uma honra e um  prazer fotografar e ajudar a produzir seu livro.

“Cada vez que pratico a arte tomo conciência que sei muito pouco”

 Roberto Gerpe

Entre na galeria e veja mais fotos dos trabalhos de Roberto Gerpe:

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Concurso TAEGOLD – Novos talentos Rio de Janeiro

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Bonsaistas do Brasil, Bonsai - Matérias especiais, Bonsai no Brasil with tags , on 7 d e maio d e 2017 by aidobonsai

É com grande prazer que venho aqui no blog divulgar um concurso patrocioando pelo Grupo União Bonsai e TaeGold MIx.

TaeGold é um adubo orgânico para Bonsai, Penjing, e Jardinagem em geral, eu uso e posso atestar que é de muita qualidade.

Os jurados irão escolher o Bonsai vencedor em Janeiro de 2018, até lá os participantes vão publicar, fotos de todas as etapas de modelagem e estilização.

Para julgar o concurso de novos talentos os organizadores escolheram um time de peso na Arte do Bonsai.

O concurso tem o objetivo de promover a arte do Bonsai no Estado do Rio de Janeiro.
A participação neste concurso é gratuita para os participantes do Evento a ser realizado no Rio de Janeiro nas datas de 20/21 de Janeiro de 2017.

Juízes Nacionais:

Carlos Tramujas…………. Brasil
Felipe Darloto…………….. Brasil
Sergivaldo Costa………… Brasil
Ivson R Filipak……………. Brasil
Elio Nowacki………………. Brasil
Julio Veg……………………. Brasil

Juízes internacionais

Sergio Luciani. ……………. Argentina
Marita Gurruchaga……….. Argentina
Mauro Stemberger……….. Itália
Gede Merta…………………. Indonézia
Philippe Massard…………. França
Nacho Marin ……………….. Venezuela

Aqui foto de alguns dos participantes começando suas criações:

 

Para conhecer as regras do concurso e olhar toda evolução das plantas entre no link ao lado:  https://www.facebook.com/groups/351776151848170/

Espaço Aido Bonsai

Posted in Aido Bonsai, Bonsai - Meus Trabalhos, Bonsai no Brasil, Penjing Brasil with tags , on 5 d e maio d e 2017 by aidobonsai

Fotos do espaço Aido Bonsai. venha fazer um curso de Bonsai ou Penjing em um espaço que se dedica a essa arte milenar por 27 anos.  

Entre na galeria e veja mais fotos do espaço Aido Bonsai:

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