Aqui uma seleção de 30 Bonsais magníficos. Trabalhos de mestres que dedicam suas vidas a essa maravilhosa Arte.
Bonsais incríveis – Galeria 4
Posted in Bonsai - Grandes Mestres, Bonsai - Incríveis with tags Bonsais incríveis, galeria de bonsai, Juniperus Chinensis, Masters of bonsai, Mestres do Bonsai on 3 d e abril d e 2010 by aidobonsaiGrandes Imagens da National Geographic
Posted in Sem categoria with tags exploração, Grandes imagens da national geographic, National Geographic photos on 2 d e abril d e 2010 by aidobonsaiSite oficial da National Geographic: http://www.nationalgeographic.com/
Gostaria aqui de compartilhar com vocês algumas imagens fantásticas que estão no livro: Grandes Imagens da National Geographic. Uma das melhores lembranças da minha infância era do meu padrinho e bisavô Herbert Alfred Lepper, lendo sua assinatura da NatGeo que chegava em sua casa, acho que uma vez por mês.
A capa com as bordas amarelas, e as fotos sempre extraordinárias me chamavam atenção e com mais idade as matérias me encantaram. Adoro fotografia e quem gosta sabe da qualidade dos fotógrafos da NatGeo. Vou colocar 4 galerias de fotos que estão divididas no livro em : Exploração, Vida Selvagem, Povos e Culturas e Ciências e Mudanças climáticas. Abaixo o texto de abertura que está na capa desse livro.
GRANDES IMAGENS NATIONAL GEOGRAPHIC
Esta esplêndida seleção, com muitas imagens que jamais foram publicadas, reúne as mais representativas dentre cerca de 11 milhões de imagens, divididas pelos quatro principais temas que sempre despertaram o interesse de nossos leitores: “Exploração”, “Vida selvagem”, “Povos & culturas” e “Ciência & mudanças climáticas”. Escritos por especialistas renomados, os textos examinam a coleção de várias perspectivas – histórica, artística, técnica e jornalística -, mas na verdade as centenas de imagens inesquecíveis falam por si mesmas da maneira mais eloquente. O resultado é tanto um panorama das incontáveis maravilhas do mundo quanto uma concisa história visual da própria fotografia, desde as primeiras e desajeitadas câmeras para fotos em preto-ebranco até os mais recentes equipamentos digitais.Aqui estão as fotos, feitas ainda no século 19, de montanhistas franceses escalando os vertiginosos picos alpinos e de um caçador europeu, em Zanzibar, posando majestoso no topo de um monte de presas de elefantes. Aqui também estão as imagens de Hiram Bingham nas misteriosas ruínas de Machu Picchu em 1913. assim como uma vista do alto do aeroplano de Lindbergh, engolfado em uma multidão de parisienses pouco depois de pousar no campo de aviação de Le Bourget. Desde as pioneiras fotografias subaquáticas até as mais recentes imagens transmitidas pelo Telescópio Espacial Hubble, esta obra apresenta exemplos de diversas tecnologias pioneiras, como os frágeis autocromos, o primeiro processo viável de registrar imagens coloridas, e as nítidas e imensamente ampliadas fotos de insetos realizadas um século atrás.Também estão presentes os nômades deslocando-se pelas dunas do Saara em 1900, um grupo de monges chineses com túnicas encarnadas em 2001, assim como criaturas selvagens de todo tipo, desde um rinoceronte abatido no início do século 20, passando por um magnífico trio de tigres indianos, até uma fêmea de urso-polar e seu filhote agarrados a um minúsculo bloco de gelo flutuante – um pungente e inesquecível retrato das catastróficas consequências das mudanças climáticas. E essas são apenas algumas dentre mais de 400 imagens. cada qual um fragmento vital de mosaico fascinante e maravilhoso.
Para complementar e completar essa impressionante e diversificada seleção. um apêndice exaustivo proporciona detalhada descrição dos bastidores de todo o acervo. desde as coleções especiais até os breves perfis biográficos dos fotógrafos cujas imagens aqui estão incluídas. Para todos aqueles interessados em uma original e criativa crônica visual de mais de um século de produção de imagens fotográficas. esta dramática amostra do Acervo de Imagens da NGS abre novos horizontes a cada página. servindo como catálogo de fotos de primeira qualidade e como guia de referência de uma das melhores coleções de imagens do nosso mundo.
Entre e leia mais sobre a história da National Geographic e veja a galeria de fotos:
Arte Asiática – Cerâmica
Posted in Arte - Cerâmica with tags a arte da cerâmica, A incrível cerâmica chinesa, Asiatic Ceramic, Asiatic Potery, Ceramic, cerâmica, porcelana chinesa on 31 d e março d e 2010 by aidobonsaiCerâmicas de vários países Asiáticos.
Fotos retiradas do livro de Art Asian – Flame Tree Publishing – autor: Michael Karrigan
Entre na galeria ou veja o slideshow das cerâmicas Asiáticas:
Arte Asiática – Objetos de Arte
Posted in Arte - Asiática, Arte - Escultura, Arte - Oriental várias with tags art object, Arte Oriental, Artesanato oriental, as mais belas obras de arte, China art, cultura oriental, esculpture china, Esculturas, Objetos de arte, Objetos de arte da China on 29 d e março d e 2010 by aidobonsaiObjetos de Arte de várias culturas asiáticas:
Fotos retiradas do livro de Art Asian – Flame Tree Publishing – autor: Michael Karrigan
Entre na galeria de fotos e veja mais objetos de arte Asiáticos:
Arte Asiática – Escultura
Posted in Arte - Escultura, Arte - Oriental várias with tags arte mundial, Asian art, Buda, China, Deuses, Escultura, Escultura Asática, escultura milenar, Periodo edo, Periodo muromachi, Tibet on 28 d e março d e 2010 by aidobonsaiEsculturas de vários países asiáticos.
Fotos de esculturas retiradas do livro Asian Art – Flame Tree Publishing – autor: Michael Kerrigan
Entre na galeria de fotos ou veja o slideshow das esculturas Asiáticas:
Arte Asiática – Pintura
Posted in Arte - Asiática, Arte - Oriental várias, Arte - Pintura e Desenho, Arte - Pintura Oriental with tags Art Asian, Arte - Asiática, Arte Oriental, desenho da china, Pintura Asiática, Pintura China, pintura chinesa.pintura oriental, Pintura Japão on 28 d e março d e 2010 by aidobonsaiPinturas de países Asiáticos:
Pinturas retiradas do Livro: Asian Art – Flame TreePublishing – Autor: Michael Karrigan
Entre e veja a galeria ou o slideshow das pinturas Asiáticas:
A beleza das Carpas e dos Kinguios.
Posted in Arte - Fontes e Lagos, Arte - Jardim Japonês with tags Carassius Auratus, Carpas, Carpas Nishikigoi, Carpas no brasil, Cyprinus carpio, Kinguio, Koi carpas, Lago de carpas on 13 d e março d e 2010 by aidobonsaiFonte usando como base um tacho de cobre de 180 litros. O tacho foi tratado por dentro com Neosin emulsão asfáltica impermeabilizante, para que o metal (cobre) não alterasse o Ph da água. As pedras das quedas de água foram modeladas em pedra sabão.
Foi colocado dentro do tacho um volume de pedras de rio (seixos) de aproximadamente 40 litros, para aumentar a alcalinidade da água. O teor de Ph acima de 6,8 é o ideal para as espécies: Carpas e Kinguios.
As pedras modeladas para as quedas de água devem ter uma boa inclinação. Não devem ter ângulos retos na saída da água, para que estas não permitam que a água retorne e escorra pela própria pedra.
Um número de quedas de água ímpares aumentam a sensação sonora de um rio. Uma fonte de água para que tenha um som natural, deve produzir um som randômico. O som têm que têr uma leve variação de tons, como se fossem notas musicais diferentes. Para que isso aconteça, pedras colocadas embaixo da língua de água, e quedas em altura diferentes ajudam na percepção sonora de um rio.
A fonte utiliza 2 bombas de aquário. Uma embutida na parte superior (queda da esquerda em cima) bomba pequena, Barlo 30 litros hora. A outra é de 700 litros hora com um filtro modular de carvão ativado, lã de vidro e cascalho de cerâmica.fica dentro do tacho, na parte de trás das pedras (escondida e submersa)
A pedra que está como base do Buda foi deixada ao ar livre coberta com uma camada fina de terra durante 4 meses, para que pequenas plantas e musgo nascessem naturalmente. A Bromélia foi fixada com uma base composta de: Argila, terra preta, pó de xaxim, areia e musgo. Esta mistura simula uma Tabatinga de poço bem flexível e grudenta. Após colocada a pedra arborizada no tacho, ela é regada com burrífador. A névoa do Burrifador de 3 em 3 dias é suficiente para manter a humidade do musgo, bromélias e pequenas plantas. A pedra arborizada e a oval grande, estão apoiadas em cima de outros seixos. Elas ficam na tona e fora da água, criando em baixo pequenas cavernas e passagens para os peixes. Isso é fundamental principalmente em áreas externas por causa de predadores naturais, como pássaros. Os peixes tem que ter uma área de fuga nas pedras do lago.
Os peixes na fonte não devem ser colocados todos ao mesmo tempo. Coloquem sempre aos poucos, pois as fezes são revertidas em nitrito e amônia, que são letais quando se acumulam na água do lago ou aquário. Se a água ficar turva é porque está tendo saturação e mudança de Ph. Para o volume de 180 litros eu aconselho 6 peixes de médio porte (5cm). Não se esqueça que a carpa e o peixe japonês tem um bom crescimento num ambiente saudável.Praticamente dobram de tamanho em 1 ano. Uma carpa chega há 49 cm de comprimento e pode viver até 38 anos. O meu pequeno tacho (lago) servirá de espera, pois estou criando um no meu terreno para produção de um lago com 15.000 litros. Independente do tamanho e da quantidade de peixes é muito gratificante montar esse pequeno ecossistema em casa.
Algumas pessoas escolhem pedras para o aquário e lagos artificiais pela beleza e forma. Não devemos esquecer que as pedras reagem de formas diferentes com a água. Eu não aconselho feldspato, cristais de rocha, pedras marinhas ou corais muito porosos. Os seixos redondos de rio estabilizam o Ph do lago em aproximadamente 48 horas. Não devemos criar uma situacão colocando objetos ou peças no aquário que impeçam a circulação de água. Água que não circula é nociva ao ecossistema.
Pode se colocar no fundo do tacho antes de colocar as pedras pequenas, placas de filtro biológico com camadas de lã de vidro e carvão ativado. Essas placas possuem perfurações que permitem a passagem de água entre as pedras, tornando o fundo do lago também um grande filtro contra impurezas e restos de comida que venham se acumular na água.
Caso a fonte seja montada numa área externa eu aconselho que seja criada numa área de meia sombra e com um volume de água superior há 300 litros. A carpa e o peixe japonês toleram bem o frio mas temos que ter cuidado com temperaturas muito altas na água.
Nishikigoi as carpas mais belas do mundo.

Algumas Carpas Nishikigoi podem chegar a um valor de 1.000.000 de reais para venda a criadores profissionais ou colecionadores.
Carpas ou Kois, Nishikigois são mais perfeitas, com cores e contornos mais precisos, além de sua morfologia ser mais agradável aos olhos. Quanto mais realçada suas características, mais chances de ser uma carpa premiada em concursos; ela terá. Existem carpas, tão perfeitas, que chegam à valer cerca de R$ 1.000.000,00 cada.
Aqui no Brasil, temos alguns criadores que participam com vários exemplares em feiras de exposição e concursos, com preços variando entre R$ 1.000,00 à R$ 10.000,00 cada.
Abaixo, mais características destas carpas:
A Showa Sanshoku – Variedade Tricolor, carpa de fundo preto com manchas vermelhas e brancas, nesta carpa o branco nunca pode ultrapassar mais que 20% do total. E o vermelho, complementando o branco.
Kohaku – Possuir uma linda Kohaku é um dos sonhos de todo amante de Kois. Que é uma carpa branca com manchas vermelhas ou “Hi”, bem definidas e cores bem destacadas com borda bem definida. O “Hi” deve corresponder de 50 à 70% do corpo e o branco, de 30 à 50% para a carpa ter mais valor econômico.
Bekko – mais vendida no Brasil como carpa branca com manchas pretas. Fora do Brasil, a Bekko também pode ser uma carpa branca, vermelha ou amarela com manchas pretas, também. Seu valor econômico aumenta, se o preto não chegar até a cauda, manchas grandes e bem definidas (sem nenhum ponto preto).
Utsunimoro – carpa negra, com manchas brancas, vermelhas ou amarelas, bastante confundida com a Bekko, mas, as disposição das cores é totalmente o contrário.
Carpa Black – negra – Quanto mais negro em todo seu corpo, sem nenhum tipo de mancha, mais aumenta seu valor.
Hikarimono Ogon – Amarela e com brilho metálico, cintilante, deve ter a coloração toda uniforme e escamas bem definidas. Seu valor aumenta, com barbatanas largas.
Hikarimono Platina – Branca metálica e cintilante, deve ter a coloração toda uniforme e escamas bem definidas. Seu valor aumenta, com barbatanas largas.
Carpa véu – Mais adaptada para aquários, há de várias cores, mas, não totalmente definidas.
Ogon Matsuba – Carpa amarela com manchas pretas e ainda com dorso escuro, ou com somente o dorso escuro.
Guinrin Kohaku e Guinrin Taisho – A Kohaku e a Taisho metálicas ou de escamas cintilantes.
Goshiki – Fundo cinza com marrom.
Karimono azul – carpa azul, com manchas pretas pequenas, dentro de manchas maiores vermelhas.

Lago com carpas Koi: ( Hikarimono - amarela) ( Guinrim Taisho - Pintada Preto , vermelho, com predominância do branco )
Kinguio, ou Japonês (Carassius Auratus) e a Carpa (Cyprinus carpio), típicos do Japão Ásia Central e China, são peixes de grande porte, precisam de espaço
Também chamado de Japonês e Peixe-dourado (goldfish), o Kinguio teve a sua origem na China. Os primeiros registros sobre este peixe datam do período compreendido entre as dinastias Chun (265- 419 d.C.), quando foi descrita a coloração dourada pela primeira vez, e dinastia Tang (618-907 d.C.). São uma espécie domesticada da Carpa “Gibel”, de cor predominantemente verde-oliva, mas que pode apresentar outras cores e formas, porém em escala bastante reduzida.
Inicialmente as Carpas Gibel eram criadas nos mosteiros budistas, que as colocavam nos chamados “Go” (tanques). Alguns séculos mais tarde, o imperador chinês Zhao Gou construiu vários jardins na cidade de Hang Zhou onde foram colocadas inúmeras carpas trazidas de todas as regiões da China. Isto possibilitou a ocorrência de diversos cruzamentos que originaram os primeiros Kinguios brancos e vermelhos, assim como algumas variações hoje conhecidas.
Foi na dinastia Ming, porém, que a criação dos Kinguios teve um grande desenvolvimento. Neste período, os peixes passaram a ser criados também dentro de casa, em “aquários” sem visão lateral, que permitiam que os peixes fossem vistos apenas por cima. A criação nestes “aquários” possibilitou a selecção e a sobrevivência de espécies que antes não tinham condições de sobreviver nos tanques. Originaram-se então os Kinguios que hoje conhecemos por Red Cap, Telescópio, Cauda-de-foguete, Cálico e Ovo (sem barbatana dorsal), entre outros.
A dedicação e a devoção dos chineses aos Kinguios era reflectida na arte, na poesia e na literatura. Esculturas de jade e pinturas em papel de arroz constantemente traziam as imagens dos Kinguios. Em 1596 publicou-se então o primeiro “Ensaio sobre Kinguios”, uma literatura especialmente dedicada a estes peixes.
Foram exportados para o Japão por volta de 1610, onde os japoneses passaram a desenvolver diversas técnicas de reprodução, originando novas variedades como o Oranda, o Celestial, o Pompom e o Shubunkin (ou Brocado Vermelho).
Logo após chegarem ao Japão, os Kinguios também desembarcaram na Europa e causaram grande admiração. Conta-se que o rei francês Luiz XV frequentemente os oferecia de presente à sua amante, a marquesa de Pompadour (maluco – era só RAMBOIADA !).
Actualmente os Kinguios são criados em escala comercial no mundo todo, em grandes volumes. Apenas uma quinta em Maryland, nos Estados Unidos, chega a produzir 5 milhões de Kinguios anualmente.
Mesmo que você o compre pequeno (kinguio), com 5 cm (boca ao final da cauda), este animal é como um São Bernardo (cão), vai ficar enorme, com até 30 cm. Ai vem a famosa pergunta………. mas, mesmo num aquário pequeno o Kinguio vai crescer? ………………seguindo o curso normal de sua vida, sim, claro, vai crescer. Mas, em espaço limitado (menor do que o necessário) será um crescimento com sofrimento, uma sobrevida e claro, não vai atingir seu potencial máximo, até 49 cm da boca ao final da cauda (www.fishbase.org), vai virar um peixe anão, pequeno ou até mesmo deformado.
Um kinguio em ambiente natural ou em um aquário adequado (imitando seu habitat natural) viveria até cerca de 49 anos e uma carpa chegaria à 38 anos (segundo registros). Usando a analogia novamente é o mesmo que dizer; meu tio que poderia ter vivido 70 anos, viveu em cárcere privado em condições sub-humanas, por 11 longos anos, feliz da vida…
Outro problema do Kinguio e da carpa; estes peixes não tem estômago, o que significa dizer, que aproveitam de 20 à 50% menos de nutrientes do que outros peixes (a maioria), logo, processam mais rapidamente o alimento, quase nunca ficam saciados e fazem muita, muita sujeira (fezes). O aquário grande, se faz necessário também, por este pequeno detalhe.
Além disto, todos os peixes de água doce, excretam água (urinam) em 80% do tempo ou até mais. Pois, o líquido do aquário está entrando e saindo do seu corpo a toda hora.
São peixes de “sangue frio”, ou seja, vivem em temperatura entre 20 à 25 graus Celsius. Uma pergunta pode estar circundando sua cabeça… mas, se os Kinguios e Carpas são do Japão, lá neva, não é mesmo? e o mínimo são 20 graus??? sim, vou explicar:
Em lagos e rios de todo mundo, inclusive nos que congelam, a temperatura da água, sobe cerca de 1 à 3 graus à cada metro de profundidade que se passa (varia de acordo com a região), por isto, no laguinho da casa do seu amigo as carpas são ativas nos dias quentes (vão à superfície) e no frio, quase não vemos elas no lago.
Pronto, você já foi apresentado(a) à Carpa e ao kinguio.
Por isto que aqui na loja, já falo à todos, primeiro escolha o peixe que se quer ter, pra depois escolher o tamanho do aquário. Pois, cada um tem necessidades diferentes.
Cada Kinguio precisa de 30 litros de água livre (descontando o espaço tomado por cascalho, filtro, decoração e etc) de pequeno à grande (já compre o aquário certo, pra no futuro não ter problemas). Logo, quero ter 1 kinguio só, no aquário bola, ótimo; compre um com capacidade para 35 litros de água ou dois, 70 litros de água e assim por diante…
Cada carpa pequena precisa de 30 litros de água livre, no mínimo e à medida que for crescendo, sua necessidade vai aumentando, uma carpa adulta requer no mínimo de 60 à 100 litros de água, cada.
Como são peixes de água doce (urinam quase todo tempo) e fazem mais sujeira que o comum, um aquário grande ou um lago se faz necessário, mas, também um ótimo sistema de filtragem, com as três etapas de filtragem (mecânica, química e biólogia) e que toda a capacidade de água do seu aquário passe 5 vezes por hora, dentro do filtro, veja um exemplo:
Aquário de 100 litros de capacidade, logo, precisa de um filtro com bomba de 500 litros/hora.
Temperatura abaixo de 20 graus C. pode trazer doenças e perda de saúde aos peixes em aquários, em épocas frias demais (geralmente quando dentro de casa, precisamos usar blusa ou cobertor) é necessário se utilizar um aquecedor ou termostato no aquário. A temperatura passou dos 25 graus C., hora de desligar o aquecedor.
pH entre 7.6 à 7.0 (fazer teste de pH e corrigi-lo com acidificantes ou alcalinizantes, “corretores de pH“);
Amônia = 0 (faça sifonagens e trocas parciais de água, no mínimo de 15 em 15 dias)
Nitrito = 0 (faça sifonagens e trocas parciais de água, no mínimo de 15 em 15 dias)
Para água da torneira é necessário retirar Cloro, Cloramina e metais pesados, utilize um Condicionador de água antes de introduzir a água no aquário (tratamento dos parâmetros da água)
Vamos cuidar direito do nosso peixe, do nosso aquário e conhecer mais sobre os animais que possuimos, pois, não foi ele quem pediu pra sair da natureza, do criadouro, do fornecedor e por último da loja para sua casa. Nos humanos caprichosos é que queremos ter um pedaço da natureza em nossa sala, então, vamos oferecer no mínimo, exatamente o que eles tem na natureza.
Matéria muito completa sobre carpas tirada do site: http://rsdiscos.com.br/blog/2009/03/carpas-nishikigoi-no-brasil/
Um Samurai na Floresta.
Posted in Bonsai - Aido Bonsai 2010, Bonsai - Penjing e Yose ue with tags Fotografia do Samurai, O caminho do guerreiro, Samurai e Bonsai, Samurai no Penjing on 9 d e março d e 2010 by aidobonsaiPenjing
Fotos de um Samurai feito em resina com 8cm de altura. As fotos foram tiradas em alguns dos meus Penjings (paisagens). Gosto de brincar com a proporção do Penjing e fotografar pequenas figuras orientais em suas composições. A fotografia ajuda a olhar um detalhe no tronco, o galho retorcido, o detalhe da pequena vegetação na base da árvore a proporção de uma pequena pedra.

Pthecolobium tortum de 45 cm de altura. Vaso em concreto celular. Com o tempo o concreto permite o crescimento de pequenas plantas e musgo de forma natural.
Entre e veja mais fotos ou o slideshow do samurai na floresta:
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Um pequeno lago com Penjing
Posted in Arte - Fontes e Lagos, Bonsai - Penjing e Yose ue with tags Fontes artificiais, Fontes em concreto celular, Lago de carpas, Lago e bonsai, lagos artificiais, penjing e água, pequenos lagos on 9 d e março d e 2010 by aidobonsaiPequeno lago com fonte de água construído com concreto celular, resina e pedras naturais. O lago possui um volume de água de 120 litros. Coloquei peixe japonês e espadinhas. As espadinhas têm a proporção da carpa no lago tradicional Zen. Todos esses peixes gostam da água bem alcalina. O fundo com pedras pequenas de rio e seixos grandes mantêm a água naturalmente com o teor de alcalinidade acima de 6.8. Não adicionei plantas de rio pois isto aumenta a acidez do lago.
Preparei para 4 pontos da fonte 3 ficus aipim e uma carmona. Os bonsais foram adicionados uma semana depois da água equilibrar. Os peixes só foram adicionados na semana seguinte.
A bomba de aquário tem um filtro submerso de carvão ativado e lã de vidro. A função é ajudar na limpeza da água e matar as bactérias na água.

Em primeiro plano ficus aipim, lanterna em cerâmica (4cm), bromélias rabo de lagartixa ( 6cm e 7cm).
A cavidade em que o Bonsai foi plantado tem 30cm de profundidade por 10cm de largura. Foi colocada uma tela no fundo com uma camada de pedrisco de 5mm de 10cm de altura.
A fonte tem 3 quedas de água. Pedras embaixo das quedas aumentam o som de rio. Quanto mais fragmentado o som mais a sensação natural de uma cascata real. Uma língua de água contínua não ajuda na criação de um som mais suave e meditativo. Um número de quedas sempre ímpar ajuda a formar um som mais harmonioso, como um rio.















































































































