Kandisnsky Wassily

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , on 5 d e junho d e 2011 by aidobonsai


Wassily Kandinsky poderia ter sido apenas um obscuro professor de direito na velha Rússia czarista, se não houvesse decidido, certa manhã, conferir uma exposição de pintores impressionistas franceses em Moscou. A visão de um monte de feno, pintado por Monet, provocou nele um entusiasmo incomum.

O monte de feno de Monet.

Numa época em que os críticos mais tradicionais torciam o nariz e consideravam os quadros impressionistas meros borrões de tinta sobre a tela, Kandinsky ficou deslumbrado. Segundo ele próprio contaria mais tarde, foi ali que percebeu, pela primeira vez, que a obra de arte não precisava se resumir a imitar a natureza. Estava plantada a semente da arte abstrata, forma de expressão que teria em Kandinsky um pioneiro e um de seus mais ardorosos teóricos.

Nascido em Moscou, no ano de 1866, Kandinsky não abraçou o abstracionismo da noite para o dia. Foi necessário todo um processo de evolução pictórica, até alcançar gradativamente a completa abolição da figura em sua obra.

Ainda sob o efeito da exposição impressionista, decidiu recusar o cargo de assistente na faculdade de direito em uma universidade russa e, em 1896, aos 30 anos, mudou-se para Munique, na Alemanha, com o firme propósito de dedicar-se ao estudo da arte. Antes de partir, casou com uma prima, Anya Ticheyeva, que levou junto com ele.

Mas as aulas ministradas pelos professores na Alemanha, ainda presos ao realismo e ao academicismo, não o satisfizeram. Aproximou-se então de artistas mais jovens, como Paul Klee, e passou a desenvolver sua própria teoria estética, pregando a libertação da arte da reprodução subserviente da natureza.

Seus primeiros quadros europeus, é verdade, ainda mostravam nítidas influências impressionistas. Exibiam figuras humanas, objetos naturais e evocavam elementos da arte popular russa. Aos poucos, porém, os contornos se fizeram mais imprecisos, os rostos perderam definição e, cada vez mais, as formas tornaram-se apenas vagas referências de algo existente no mundo real. “Enquanto a arte não dispensar o objeto, ela será meramente descritiva”, sentenciou Kandinsky.

Casado pela segunda vez, com uma artista alemã, Gabriele Muenter, Kandinsky decidiu voltar à Rússia em 1914. Três anos depois, em 1917, trocou Gabriele por uma jovem russa, Nina von Andreyewsky, com quem ficará até o fim da vida. Naquele mesmo ano, eclodiu a revolução socialista, liderada por Lênin. Respeitado pelos intelectuais revolucionários, o artista foi convidado a fazer parte do Comissariado para a Educação e a dar aulas em academias estatais, mantidas pelo novo regime.

Mas a pintura de Wassily Kandinsky era abertamente incompatível com o “realismo socialista”, estilo imposto aos artistas russos após a Revolução. Classificado pelos ideólogos soviéticos como um representante da “arte burguesa e decadente”, Kandinsky viu-se obrigado a deixar novamente o seu país natal, retornando em 1921 à Alemanha, onde assumiu o cargo de professor da Bauhaus, famosa e inovadora escola de arquitetura e artes aplicadas.

Em 1933, com a chegada de Hitler ao poder, a alemã Bauhaus foi fechada. Kandinsky, que já fora criticado e defenestrado pelos soviéticos, passou a ser rotulado pelos nazistas como um “cancro da bolchevização da arte”. Não lhe restava outra alternativa a não ser providenciar uma nova e imediata transferência, agora para Paris. Sete anos mais tarde, quando os nazistas invadiram a França, Wassily Kandinsky estava velho demais para empreender mais outra mudança. Septuagenário, cuidou de diminuir o ritmo de sua produção e passou a viver de forma discreta e reservada. Kandinsky morreu em 1944, aos 78 anos. Passado o obscurantismo nazista, seu nome foi aclamado, na Alemanha e em toda a Europa, como o mestre que inaugurou o abstracionismo, uma das maiores revoluções de todos os tempos na história da arte.

 Entre e veja mais 120 pinturas de Kandisnsky Wassily:

Continue lendo

Mestres – Robert Esteven (Indonesia)

Posted in Bonsai - Grandes Mestres, Bonsai - Penjing e Yose ue with tags , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

robert steven - Máteria de capa 1

Robert Steven  nasceu ao norte da ilha de Sumatra em junho de 1958 e começou a se dedicar à arte do Penjing e Bonsai em 1979. Já ganhou mais de 200 competições nacionais e internacionais. Abaixo seu Penjing que ganhou o prêmio “Grand Winner  Certre 2007”.

pemphis-acidula-r-steven-2

Steven, que já gostava e escrever e fazer esculturas como hooby, escreveu seu livro de edição limitada: Visão da minha alma (Vision Of my soul / 1.500 exemplares). Eu não tenho este livro, mas a crítica internacional e o site  Art of Bonsai se referem à publicação como indispensável para bonsaístas de todos os níveis.

Capa usada

Vision of my Soul

Robert Steven fala chinês e inglês e administra cursos, workshops, palestras e também atua como crítico e julgador em eventos internacionais.

robertstven-styled-tree

O trabalho de Robert Steven impressiona pelos detalhes e pela harmonia que ele consegue nas suas composições. No Penjing abaixo , a árvore do tamanho de uma moeda é simplismente maravilhosa.

super-mini-on-rock-k

Alguns prêmios de Robert Steven:

casuarina-equisetifolia-r-steven-371

Grande prêmio Certre 2007

– JAL World Bonsai Contest 2000

– Ben Oki 2000 do Prêmio Internacional de Design Award

– Ben Oki  2001 International Design Award

– Certre   2001 Prêmio Internacional

– Ben Oki  2002 International Design Award

– Certre  2002  Prêmio Concorrência

–  JAL World Bonsai Contest 2002

– Vice-campeão do Mundo do Bonsai Contest 2003

– Convenção de 2006 na China

– Grand Winner 2007 Certre

Entre e conheça mais trabalhos de Robert Steven:

Continue lendo

Aikido o caminho da harmonia

Posted in Arte Marcial - Aikido with tags , , , , , , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Ai Ki Do “O caminho da harmonia”, pintado por Morihei Ueshiba aos oitenta anos de idade. A caligrafia é uma manifestaçnao de aiki: equilibrada, firme e vibrante.

Aiki reflete o grande projeto do cosmos; ele é a força da vida, um poder irresistível que une os aspectos’materiais e espirituais da criação. Aiki é o fluxo da natureza.
Aiki significa a união do corpo e do espírito e é uma manifestação dessa verdade. Além disso, aiki nos permite harmonizar o céu, a terra e a humanidade numa unidade.
Aiki significa “conviver em harmonia”, num estado de entendimento mútuo. Aiki é a virtude social suprema. Ele é o poder da reconciliação e do amor.


A visão que Morihei tem de aiki é muito próxima das idéias de integritas (plenitude) e de consonantia (harmonia) da filosofia ocidental. A integração – entre corpo e espírito, entre eu e o outro, entre humanidade e natureza, entre verdade e beleza – é uma condição que todos devem se empenhar por alcançar, e é também um estado moral: os que são íntegros podem agir da maneira mais apropriada e mais justa.
Consonantia (harmonia, em grego) é um “ajustar-se”. Também os sábios do Ocidente perceberam a harmonia das esferas e o processo em que todos os elementos se integram para formar o todo maior. Como Hipócrates escreveu: “Todas as coisas estão em concordância.” A Física atual define esse conceito com as seguintes palavras:
“A quantidade de energia positiva que existe no universo é exatamente igual à quantidade de energia negativa; o universo é, e sempre foi, um sistema de energia em perfeito equilíbrio.”


A intuição de que “todas as coisas estão em concordância” era uma crença comum no Oriente e também no Ocidente. Lamentavelmente, a civilização moderna foi envenenada pela proposição deturpada de alguns de que a vida não passa de uma forte rivalidade entre espécies em que somente os mais preparados conseguem sobreviver. A vida é sempre uma prova, e as pessoas precisam estar física e mentalmente preparadas para vencê-la – essa é uma das razões por que praticamos Aikidõ – mas a visão perniciosa de que a existência é uma batalha constante contra inimigos que devem ser totalmente subjugados ou aniquilados é uma das causas diretas de grande parte da exploração e da destruição tanto da humanidade como do meio ambiente que irrompeu violentamente nos séculos XIX e XX.

Circularidade. O movimento e aceleração do ataque adversário retornando ao seu ponto de origem. Facerj Aikido

A ênfase dada à necessidade de “vencer”, por quaisquer meios e a qualquer custo, ofuscou enormemente o nobre ideal do “desportismo” nos esportes contemporâneos. Morihei escreveu: “Hoje os esportes só servem como exercício físico – eles não treinam a pessoa como um todo. A prática de aiki, por outro lado, promove o valor, a sinceridade, a fidelidade, a bondade e a beleza, além de tornar o corpo forte e saudável.” No Aikidõ tradicional não existem campeonatos formais, e por conseqüência não há “vencedores”, nem “vencidos”. Algumas pessoas têm muita dificuldade de aceitar essa posição, e mesmo alguns dos discípulos mais próximos de Morihei discordavam do mestre nesse ponto – eles insistiam em implantar algum tipo de competição, semelhante às lutas praticadas no judô ou aos torneios com um sistema de pontuação de estilo olímpico.


Morihei, entretanto, sustentou até o fim que aiki é cooperação. Em cada exercício de Aikidõ, os parceiros se alternam nos papéis de ataque e de defesa, de vencedor e de vencido. Dessa forma, o praticante aprende muito treinando nos dois lados da equação do Aikidõ. Espectadores (e às vezes os próprios estudantes) muitas vezes observam que “as técnicas do Aikidõ só funcionam se o parceiro cooperar”. É precisamente essa a questão. Rinjirõ Shirata Sensei costumava explicar aiki deste modo: “Vivendo em harmonia, demo-nos as mãos e alcancemos a linha de chegada juntos.”


Aiki, como um agente de cura, conota ressuscitação e revitalização. Os melhores médicos de todas as culturas compreendem que um diagnóstico apropriado depende em grande parte do fato de ele, médico, estar em sintonia com o paciente para sentir o que este realmente sente. Só então ele terá condições de prescrever um remédio condizente. (No Japão antigo, um tipo de aiki era usado para reanimar pessoas que ficavam inconscientes devido a um acidente ou que entravam em coma devido a alguma doença.) Morihei falava freqüentemente das propriedades restauradoras e salutares do treinamento em aiki: “O volume de energia depois de um bom exercício deve ser maior do que o existente antes do exercício.”


Há um outro significado de aiki que é essencial para a verdadeira harmonia: a união perfeita de um homem e de uma mulher, um estado excelso de total intimidade física e espiritual. (Nos manuais de sexo chineses, aiki era o termo usado para a experiência sexual suprema.) A integração natural e pura dos princípios masculino e feminino está no amago de toda a criação. A libido não deve ser confundida com a mera concupiscência; deve, sim, ser compreendida como um anseio sincero de integração e de realização plena. Macho e fêmea são estéreis até que se unam; o desejo de ficar ligado, como se fosse um, para restaurar a unidade primordial, é um objetivo fundamental do Aikidõ (e de todas as outras artes).

De modo semelhante, existe uma espécie de embriologia do aiki: o filho ideal é concebido quando os pais estão em harmonia total, constituindo uma verdadeira unidade de corpo e de alma. Se os pais permanecem em harmonia durante a gravidez, o feto é alimentado com aiki, uma qualidade que bate no coração da mãe e flui no seu sangue.
Tecnicamente, aiki é a “noção de tempo perfeita”. No dõjõ, o praticante procura fundir-se suavemente com a força de ataque, aplicando o volume exato de movimento, de equilíbrio e de força. Seguindo esse princípio, procuramos nos ajustar também à vida diária, reagindo aos vários desafios da vida com uma noção aguçada de aiki.

Dõ, a segunda metade da palavra Aikidõ, simboliza tanto um “caminho” particular que a pessoa percorre, como um “modo de vida” (way) universal baseado em princípios filosóficos. Os que trilham o caminho do Aikidõ vestem um tipo especial de roupa, meditam de uma certa maneira e praticam técnicas características. Esse é o caminho cultural do Aikidõ, o contexto da prática baseado nos ideais e técnicas clássicas do fundador, Morihei. O modo de vida do Aikidõ abrange o espectro mais amplo da vida – como convivemos com outros seres humanos fora do estreito mundo do dõjõ, como nos relacionamos com a sociedade como um todo e como tratamos a natureza. Nesse sentido, Aikidõ é Tantra, um entrelaçamento do macro e do microcosmo.

A verdade básica do Tantra é: “Tudo o que existe no universo existe dentro do corpo de cada pessoa. O que está aqui, está lá; o que não está aqui, não está em nenhum outro lugar.” O gnosticismo ocidental expressa essa verdade assim: “Quando fizerdes o de cima como o de baixo, e quando fizerdes do macho e da fêmea um só ser, então entrareis no Reino” (Evangelho de Tomé), ou mais sucintamente: “Como em cima, assim embaixo.” No idioma de Morihei, isso se expressa como ware soku uchu, “Eu sou (nós somos) o universo!” Cultivando o nosso corpo e a nossa alma através da prática do Aikidõ, adquirindo uma percepção verdadeira e praticando atos autênticos, aprendemos a viver cosmicamente.

Aikidõ é também ioga, um “jugo” que nos unifica, nos liga e nos atrela a prin cípios superiores. As oito partes do ioga clássico se assemelham aos ensinamentos do Aikidõ clássico de Morihei:

Yama, “princípios éticos”, sendo o mais importante ahimsa, “não-violência”. Nas palavras de Morihei, “Aqueles que procuram a competição estão cometendo um grave erro. Bater, ferir ou destruir é o pior pecado que um ser humano pode cometer”.

Niyama, “disciplina”. No Aikidõ, recebe o nome de tanren (forjar): “O objetivo do treinamento é disciplinar o indolente, enrijecer o corpo e polir o espírito.”

Asana, “posturas graciosas”. Às vezes é útil que o praticante pense nos movi mentos do Aikidõ não como técnicas de uma arte marcial mortífera, mas como:  asana, posturas físicas que ligam o praticante a verdades mais elevadas. Como asana, as técnicas do Aikidõ são dolorosas e difíceis no começo, mas no final se tornam mais fáceis, mais estáveis e mais agradáveis. Na verdade, um princípio do ioga diz que “a asana é perfeita quando o esforço para executá-Ia desaparece” e “quem domina a asana conquista os três mundos”. Morihei ensinava: “Funcio nando harmoniosamente juntas, direita e esquerda dão origem a todas as técnicas. Os quatro membros do corpo são os quatro pilares do céu.”

Pranayãma, “controle da respiração”, é necessário para partilhar da respiração do universo: “Inspire e deixe-se levar até os confins do universo; expire e traga o cosmos de volta para dentro de você. Em seguida, respire toda a fecundidade da terra. Finalmente, mescle a respiração do céu e a respiração da terra com a sua própria respiração, transformando-se na própria Respiração da Vida.”

A energia gerada pelo movimento do adversário, é transferida para ele mesmo, durante o seu ataque. “Uma vez tomada a iniciativa pelo agressor, a questão já está decidida”   Morihei Ueshiba

Pratyãhara significa “libertar-se da confusão”, um afastamento da distração dos sentidos, uma mente resoluta e imperturbável. Nesse sentido, Morihei ensinava:

“Não fixe o olhar nos olhos do seu oponente: ele pode hipnotizá-Ia. Não fixe os olhos na sua espada: ele pode intimidá-Ia. Não se concentre no seu oponente de maneira alguma: ele pode absorver sua energia.”

Dharana, “fixando a mente”, também conhecida como ekagratã, “mantendo um único ponto”, é um conceito bem-conhecido nos círculos do Aikidõ: “Se está centrado, você pode se movimentar livremente. O centro físico é sua barriga; se sua mente também está assentada ali, você pode ter certeza da vitória em qualquer empreendimento.”

Dhyana, “meditação”, é um estado de intuição profunda e de visão clara: “Expulse os pensamentos limitadores e retome ao verdadeiro vazio. Poste-se no meio do Grande Vazio.”

Samadhi, “absorção total”, vai ainda mais longe. No samadhi, a distinção entre cognoscente e coisa conhecida se dissolve, uma transfiguração que Morihei ex pressava como “Eu sou o universo!” Os poderes sobrenaturais de Morihei tinham origem no seu samadhi-aiki que tudo absorvia, e seu comportamento excêntrico também era característico dos níveis mais elevados do ioga – uma espécie de loucura divina que transcendia o tempo e o espaço. “Se não se unir ao vazio do Puro Vazio, você não encontrará o caminho de aiki.”

Os ensinamentos de Morihei foram resumidos na frase Takemusu Aiki. Take sim boliza “valor e bravura”; representa a irreprimível e inabalável coragem de viver. Musurepresenta nascimento, crescimento, realização, plenitude. É a força criativa do cosmos, responsável pela produção de tudo o que sustenta a vida. Takemusu Aiki é uma expressão simbólica que significa “a existência mais destemida e criativa!”

Aiki significa harmonia e integração – entre corpo e alma, entre o eu e o outro, entre a humanidade e a natureza. Quando praticado adequadamente num ambiente saudável, aiki é uma fonte inesgotável de energia e de amor.

Izanami (à esquerda, sustentando a lua no alto) e Izanagi (à direita, segurando o sol), dois deuses xintoístas da criação. Essa imagem faz parte de um pergaminho de transmissão secreta da escola de esgrima Shinkage. Também no Aikidõ, a interação harmoniosa de Izanami (mãe) e de Izanagi (pai), sexual e espiritualmente, simboliza a natureza cooperativa do universo. Morihei usava com freqüência os símbolos de Izanami e de Izanagi em seus ensinamentos: “Izanami é o elemento feminino, receptivo, associado com a água, força centrífuga, e o lado direito das coisas; Izanagi é o elemento masculino, ativo, associado com o fogo, força centrípeta, e o lado esquerdo das coisas.” Morihei acreditava que toda mulher chegará a realizar seu potencial como uma deusa de compaixão e todo homem seu potencial como um buda vitorioso.

Se você tem vontade de praticar ou conhecer melhor a arte marcial  japonesa Aikido, eu gostaria de indicar a Facerj Aikido. A Facerj  tem como seu fundador o Shiran Paulo Henrique de Menezes. Além de aprender um Aikido tradicionalmente marcial e mantendo todos os ensinamentos do Bushido, você fará parte de uma família que tem como objetivo o crescimento físico, mental e espiritual. O Aikido ensinado na Facerj traz também, na sua base, os ensinamentos e as formas de treinamento criados pelo mestre Kenji Tomiki.

Kenji Tomiki sentado ao lado de O Sensei Morihei Ueshiba.

Kenji Tomiki (8˚ dan de judo/aluno direto de Jigorokano) foi o primeiro sensei a se graduar 8˚ dan. Ele  recebeu seus ensinamentos diretamente de Morihei Ueshiba. A Facerj Aikido não pratica nenhum tipo de competição em seus dojos e mantém todos os ensinamentos do Aikido tradicional de Morihei Ueshiba.  Para maiores detalhes entre no site:    http://www.facerj.com.br/php/

Shiran – Paulo Henrique de Menezes FACERJ- AIKIDO

Entre na galeria e veja 300 fotografias de AIKIDO :

Continue lendo

Marc Chagall

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Pintor, gravador e vitralista, Marc Chagall (pseudônimo de Moïshe Zakharovich Shagalov) nasceu em uma família pobre, de dez filhos. Iniciou-se na pintura no ateliê de um retratista das pessoas notáveis de sua cidade natal, Vitebsk.

Chagall estudou na Academia de Arte de São Petersburgo. Seguindo para Paris em 1910, ligou-se aos poetas Blaise Cendrars, Max Jacob e Apollinaire – e aos pintores Delaunay, Modigliani e La Fresnay.

Marc Chagall trabalhou intensamente para integrar o seu mundo de reminiscências e fantasias na linguagem moderna derivada do fauvismo e do cubismo. Apollinaire escolheu as telas de Chagall para a exposição que realizou em 1914, em Berlim, na galeria Der Sturm. Essa exposição teve grande influência sobre o expressionismo de pós-guerra.

De volta à Rússia, quando explode a Primeira Guerra Mundial, Chagall é mobilizado, mas permanece em São Petersburgo. Em 1915, casa-se com Bella, que conhecera em sua cidade natal e de quem pintara o retrato antes de partir para a Europa.

Quando irrompe a Revolução de 1917, Chagall é nomeado comissário de belas artes do governo de Vitebsk. Funda uma escola aberta a todas as tendências, mas entra em conflito com Kasimir Malevitch e se demite. Pinta murais para a sala e o foyer do teatro judeu de Moscou.

Mundo onírico

Chagall retornou a Paris em 1922. Por encomenda de Ambroise Vollard, executou 96 gravuras para uma edição de “Almas mortas”, de Gogol. Em 1927 ilustrou as “Fábulas” de La Fontaine (um conjunto de cem gravuras). São dessa fase suas primeiras paisagens e quadros, que renovam o tema lírico das flores. Em 1931, visitou a Palestina e a Síria e publicou “Minha vida” (autobiografia).

A partir de 1935, o clima de perseguição e de guerra repercute em sua pintura, onde surgem elementos dramáticos, sociais e religiosos. Em 1941, parte para os EUA, onde sua esposa falece (1944). Chagall mergulha, então, em um mundo de evocações, quando conclui o quadro “Em torno dela”, que se tornou uma síntese de todos os seus temas.

No âmbito da arte contemporânea, marcada pelo formalismo e a abstração, a pintura de Chagall se destaca pela importância que tem nela o elemento temático, de fundo onírico, que, por sua vez, reflete as profundas raízes afetivas e culturais do artista. Sua obra, moderna, assimilou todas as conquistas formais da arte contemporânea.

Entre e veja 120 trabalhos de Marco Chagall:

Continue lendo

Amedeo Modigliani

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Nascido em uma próspera família judaica, estudou em Veneza e Florença, antes de se fixar em Paris, em 1906. Instalou-se inicialmente em Montmartre, mudando-se depois para Montparnasse, onde retrataria algumas de suas figuras mais conhecidas. Casou-se com uma pintora de 17 anos, Jeanne Hebuterne, que, grávida, se matou no dia em que Modigliani foi enterrado.

Modigliani pode ser considerado um autodidata, apesar dos estudos feitos na mocidade. As maiores influências, que persistem ao longo de toda a sua obra, são a pintura renascentista de Siena e as esculturas africanas.

Ao fixar-se em Montmartre, em 1906, Modigliani não trava relações com os principais artistas que ali viviam, nem mesmo com Picasso, que já se tornara famoso. A companhia freqüente de Modigliani, nessa fase, é Maurice Utrillo, que o inicia no hábito das bebidas e drogas, que lhe arruinariam a saúde.

Só ao final desse período é que Modigliani faz uma obra considerada entre as suas mais importantes: o quadro “O violoncelista”, exposto no Salão dos Independentes de 1909.

Nos anos seguintes, Modigliani parece ter abandonado a pintura. Muda-se para Montparnasse, onde se torna amigo do escultor Brancusi. O cubismo causa-lhe profunda impressão. Admira também a pintura de Cézanne. A arte africana e as reminiscências da pintura sienesa dão aos seus trabalhos de escultura – que faz por influência de Brancusi – as características principais.

Em 1914, por razões financeiras, retorna definitivamente à pintura. Embora a curta fase final da carreira de Modigliani seja considerada a mais importante, desde o princípio seus trabalhos possuem um estilo inconfundível: figuras alongadas, de pescoço comprido, rosto oval ligeiramente inclinado e olhos marcados por dois pequenos pontos, mas com a leve alusão de um sorriso.

Muda aceitação da vida

Seu admirável domínio da cor é completado por um quase despojamento da figura, em que muitos quiseram ver a marca de sua inclinação para a escultura.

Nos últimos anos da vida, pinta quase só retratos e nus femininos. A sensualidade de suas figuras não está em suas carnes, mas no movimento e alongamento que o pintor lhes dá. Modigliani tem o raro dom de conseguir uma empatia entre o espectador e os seus retratos.

Pelo despojamento, pela estilização, Modigliani atinge, em suas melhores obras, a uma monumentalidade penetrada de um sereno hieratismo. Seus retratos de crianças, em particular, são de emocionante simplicidade.

Entretanto, a graça às vezes pode se converter em maneirismo, e a monumentalidade em rigidez. Alguns estudiosos já observaram que algumas das deformações elegantes de Modigliani produzem uma impressão de gratuidade, senão de monotonia.

Além disso, a “expressão de muda aceitação da vida”, que define, segundo o próprio Modigliani, a alma de seus modelos, pode não satisfazer a quem aprecia emoções mais fortes. Mas essas mesmas características fazem a singularidade e o encanto de sua obra.

 Entre na galeria de Amedeo Modigliani :

Continue lendo

Fernando Botero

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Nas obras satíricas de Fernando Botero, políticos, militares e religiosos, músicos e a realeza, são retratados com figuras rotundas e sem movimento, assumindo a característica de vida humana estática. De natureza humorística à primeira vista, as pinturas de Botero são geralmente um comentário social com toques políticos.

Nascido em Medellin, Colômbia, Botero mudou-se para Bogotá em 1951 e realizou sua primeira mostra internacional no Leo Matiz Gal. Partindo para Madrid em 1952, estudou na Academia de San Fernando. De 1953 a 1955, aprendeu a técnica de afrescos e história da arte em Florença, que tem influenciado suas pinturas, desde então. De volta à Colômbia, expôs na Biblioteca Nacional, em Bogotá, e começou a lecionar na Escola de Belas Artes da Universidade Nacional; naquele mesmo ano, passou algum tempo no México, estudando os murais políticos de Rivera e Orozco, cuja influência é evidente em sua perspectiva política.

A visita de Botero aos Estados Unidos em fins da década de 1950 motivaria, dez anos mais tarde, sua volta à Nova Iorque e o trabalho nesta cidade. Embora o expressionismo abstrato lhe interessasse, buscou inspiração no renascentismo Italiano. Durante este período, começou a experimentar a criação do volume em suas pinturas, expandindo as figuras e comprimindo o espaço em torno delas, uma qualidade que continua explorando ao pintar retratos de grupos imaginários ou paródias sobre o trabalho de mestres famosos.

Com um grande número de exposições na Europa e nas Américas do Norte e do Sul, Botero recebeu inúmeros prêmios, inclusive o Primeiro Intercol, no Museu de Arte Moderna de Bogotá, e figura no acervo dos principais museus em todo o mundo. Desde o início da década de 1970, Botero divide seu tempo entre Paris, Madrid e Medellin.

Entre na galeria de Fernando Botero:

Continue lendo

Leonardo da Vinci

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , , on 4 d e junho d e 2011 by aidobonsai

Leonardo da Vinci, artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi em Anchiano, enquanto para outros, foi numa cidade, situada na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre as cidades italianas de Florença e Pisa.

Foi um dos mais importantes pintores do Renascimento Cultural. É considerado um gênio, pois mostrou-se um excelente anatomista, engenheiro, matemático músico, naturalista, arquiteto, inventor e escultor. Seus trabalhos e projetos científicos quase sempre ficaram escondidos em livros de anotações (muitos escritos em códigos), e foi como artista que conseguiu o reconhecimento e o prestígio das pessoas de sua época.

Leonardo da Vinci fez estágio no estúdio de Verrochio (importante artista da época), na cidade de Florença. Viveu uma época em Milão, onde trabalhou para a corte de Ludovico Sforza. Até 1506, realizou trabalhos principalmente em Florença e tudo indica que nesta época tenha pintado sua obra mais famosa: a bela e enigmática Gioconda. Trabalho para o rei Francisco I da França, onde realizou belos trabalhos. Faleceu na França no ano de 1519.

Principais características das pinturas de Da Vinci: utilização da técnica artística da perspectiva, uso de cores próximas da realidade, figuras humanas perfeitas, temas religiosos, uso da matemática em cálculos artísticos, imagens principais centralizadas, paisagens de fundo, figuras humanas com com expressões de sentimento, detalhismo artístico.

Principais obras de Leonardo Da Vinci:

Trabalhos de pinturas (artes plásticas): Gioconda (Mona Lisa) , Leda, Dama do Arminho, Madonna Litta, Anunciação, A Última Ceia, Ginevra de Benci, São Jerônimo, Adoração dos Magos, Madona das Rochas, Retrato de Músico, São João Batista, Madona do Fuso, Leda e o Cisne

Leonardo da Vinci é considerado o pai da técnica do sfumato. Esta técnica consiste em criar gradientes perfeitos numa pintura, criando luz e sombra.

Frases de Leonardo da Vinci:

– “A sabedoria é filha da experiência.”

– “Quem pouco pensa, muito erra.”

– “A simplicidade é a máxima sofisticação”.

– “O tempo dura muito para aqueles que sabem aproveitá-lo.”

Entre na galeria e veja 20 pinturas de Leonardo da Vinci:

Continue lendo

Rafael Sanzio

Posted in Arte - Pintura e Desenho with tags , , on 26 d e maio d e 2011 by aidobonsai

 Rafael Sanzio foi um importante artista plástico italiano da época do Renascimento Cultural. Nasceu na cidade de Urbino em 6 de abril de 1483 e morreu na cidade de Roma no dia 6 de abril de 1520. Destacou-se principalmente nas áreas da pintura e arquitetura. Sua arte foi reconhecida graças a suavidade e perfeição de suas obras. Aos seis anos de idade, o pai de Rafael o levou para ser aprendiz no estúdio de Pietro Perugino (importante pintor italiano). Em 1501 termina sua primeira obra, um altar para a Igreja de San Nicola da Tolentino.

Em 1504, Rafael pinta sua principal obra de sua primeira fase artística: O Casamento da Virgem. Rafael foi morar na cidade de Siena no ano de 1504 e logo após, parte cidade de Florença, onde passou quatro anos.

Em Florença, recebeu grande influência artística de Fra Bartolomeu e Leonardo da Vinci. Em 1508, o papa Júlio II contratou os serviços artísticos de Rafael para que fizesse a decoração dos apartamentos do papa no Vaticano.

Em 1515, tornou-se arquiteto oficial do Vaticano. Assumiu a responsabilidade pela continuação das obras na Basílica de São Pedro. Neste mesmo ano foi designado para supervisionar as pesquisas arqueológicas que ocorriam na cidade de Roma.

Entre 1513 e 1517, trabalhou para o papa Leão X. Nesta época produziu muitos retratos, desenhos de tapeçaria, cenografias e decorações sacras. Rafael morreu com 37 anos de idade, no ano de 1520. Relatos da época indicam que o pintor estava com uma grave infecção cuja causa não foi diagnosticada.

Principais obras de Rafael:

– Bandeira de procissão com a Santíssima Trindade

– Ressureição de Cristo

– Deus Pai

– Abençoada Virgem Maria

– Anjo

– A Virgem com o Menino

– São Sebastião

– Retrato de um Homem

– A Coroação da Virgem

– A Anunciação

– Adoração dos Magos

– A Apresentação no Templo

– Madona Connestabile

– Madona com o Menino

– O Casamento da Virgem

– São Jorge e o Dragão

– As Três Graças

– Visão de um Cavaleiro

– Madona e o Menino no Trono com Santos

– São Miguel

Entre na galeria e veja mais 60 obras de Rafael Sanzio:

Continue lendo

Fotos do espaço Aido Bonsai

Posted in Bonsai - Meus Trabalhos with tags , , , , on 22 d e maio d e 2011 by aidobonsai

Novas fotos do meu espaço de paz e meditação. Aido Bonsai ” Caminho da harmonia pelo bonsai”.

DSC07626

9

DSC03949

DSC09376

DSC03205

DSC01576

14

10

11

DSC06694

13

Entre na galeria de fotos do espaço Aido Bonsai:

Continue lendo

Serissa phoetida – Uma espécie de 100 milhões de anos.

Posted in Bonsai - Guia de espécies with tags , , , on 22 d e maio d e 2011 by aidobonsai

HISTÓRIA

Os primeiros fósseis desta família datam do periodo cretácico e tem 100 milhões de anos de antiguidade. Planta que possui importância econômica pois algumas de suas espécies, como coffea arábica ou coffea liberica, são plantas tropicais cujas sementes são usadas para produção do café. O uso do café como bebida foi originária na Abissínia e foi importada pra Europa a partir do séc XVI. As primeiras serissas usadas como bonsai chegaram em São Paulo com a migração Japonêsa. A Serissa é considerada uma das  espécies mais culivadas no mundo do Bonsai. Esta é uma planta que faz parte da família das rubiáceas e que possuem mais de 10.000 espécies espalhadas nas zonas tropicais e subtropicais. A Serissa phoetida, tem sua origem no Sudeste  Asiático (sul da china,India e Japão).

serissa-3

Entre e conheça todos os detalhes de seu cultivo:

serissa-4

Nome popular – Serissa

Espécie- Serissa

Sub espécies – phoetida

Família – Rubiáceas

Origem – India ,China e Japão

Temperatura Ideal – Calor

Vento –  Não suportam

Rega-  Sempre que o substrato estiver seco. No inverno tomar cuidado para não encharcar o vaso. Folhas poderão apodrecer por excesso de água.

Adubação- A Serissa não gosta de excesso de adubo. Os adubos mais indicados são os riscos em Fósforo (P), podendo ser admiistrado na forma sólida por terra ou foliar. Uma boa proporção é N-P-K (05-14-08). Duas vezes por anos adubar com micronutrientes.

Troca de substrato- A serrissa não gosta de substrato com terra calcária e muita materia orgânica pois acumula muita água e mata as raízes. Devemos trocar de terra de 2 à 3 anos.

Poda- As podas estruturais, podem realizar-se quase todo ano. Na entrada da primavera quando surgem as gemas a cicatrização  e brotação é mais rápida. A poda de manutenção poderá acontecer durante todo o ano. É aconselhável usar a técnica: MEKIRI

Deixe crescer a rama até ficar com 6 pares de folhas ( a serissa faz dois pares a cada nó ) cortaremos deixando um só par.

Vaporização – Somene em dias de calor.

Crescimento – Rápido

Tempo de permanência de arames –  de 3 à  5 meses

Melhor época de aramação – Inicio do verão

Altura –  De 2 á 3 metros


Características das principais espécies:

1-    Serissa phoetida ” china “

De floração esporádica e folhas claras.

serissa-folhas-102

2-Serissa phoetida  ” cisne branco “

    Com flores brancas e folhagem variegata, esta parece ser muito mais resistente a condições ambientais adversas que o resto dos tipos de serissa phoetida. Também o tronco tende a engrossar mais rapidamente que nas restamtes cultivadas.

3-Serissa phoetida  ” flore pleno “

De floração continua todo ano (dependendo das condições ambientais), flores brancas e folhas escuras.

4-Seriisa phoetida  ” variegata “

Uma parte do limbo das folhas é verde, mas as margens são amareladas e ou esbranquiçadas. Muito usada em bonsai.

serissa-folhas-101

4-    Serissa japonica  ” japonica “

É uma variedade muito utilizada em bonsai. Apresenta um nível muito bom de compactação da copa e quantidade de folhas muito superior a outras variedades. Resiste bem a temperaturas baixas.

serissa-folhas-1

Com certeza uma ótima opção para quem está iniciando na arte do bonsai, a Serissa é uma das plantas com mais qualidades para se iniciar um trabalho. Sua folhas são pequenas e sua floração é muito bonita. Para quem quer se especializar nesta espécie a editora Universe Bonsai tem um guia apenas sobre a Serissa e pode ser comprado no

Uma base de dados brasileira:

O meu amigo Luis Fernando Martins que se dedica a esta espécie há 10 anos, me encaminhou um texto com bases diferentes. É muito bom ouvir quem está se dedicando aqui no brasil e tem o dia a dia com a serissa. 

Paulo, no que pese o cultivo da serissa, que venho promovendo em meu viveiro nos ultimos 10 anos, com grande sucesso e poucas perdas (rss), devo salientar que algumas das informações não são totalmente corretas, vez que o cultivo dessa planta é diferenciado, dependendo da região do país em que resida o cultivador. Por exemplo, a variedade japonica não é melhor que a chinesa, nem a variedade variegata não é melhor que a comum. A comum chinesa tem um crescimento com o triplo da velocidade da variegata, que além de não engrossar o tronco com tanta rapidez, não fica tão grosso quanto o da chinesa tambem.

Vaporizar as folhas é um contrasenso que so se justifica na região nordeste, no interior dos estados, onde o clima apresenta apenas duas versões: chuva e sol, com longos períodos de estiagem.

Em meu viveiro, o cultivo é sempre a pleno sol ou chuva, e nunca em tempo algum tive que borrifar as folhas, executando regar diária sempre ao final da tarde, no período seco, sem comprometer em nada a planta.

Em relação ao transplante, quanto mais velha a planta, maior é o tempo: pode chegar a cinco anos, sem nenhum problema. Aramação só em ultimo caso, tipo um kengai ou similar, sendo mais aconselhável apenas a poda de manutenção, que deve ser semanal, para manter a estruturação, sob risco de que a planta fique disforme rapidamente, se deixarmos para fazer a poda num intervalo maior de tempo.

link: http://www.bonsaicenter.com.br/

serissa2