As pedras no jardim japonês são utilizadas de muitas formas e tem muitos significados.

Na cultura oriental a pedra tem o sentido de conhecimento, longevidade, e principalmente eternidade. A utilização de pedras é considerado pelos mestres na arte de criação dos jardins japoneses como o elemento mais difícil de ser trabalhado com harmonia.

Quando uma pedra é escolhida para o projeto altura, textura, cor, profundidade, movimento visual, tudo tem que ser pensado com antecedência. Pedras colocadas lado a lado tem que ser estudadas. Uma pedra de grande e médio porte nunca é pousada na terra, deve-se enterrar parte de sua estrutura para que ela brote do chão e o observador não saiba o quanto dela está embaixo da terra, como a ponta de um iceberg.

Usar pedras em um jardim aumenta a sensação de um ecossistema que já estava presente. Os caminhos de pedras são muito importantes e nos conduzem a uma viajem por paisagens pré determinadas. Passeando por um jardim japonês bem estruturado veremos quadros vivos, cada detalhe deve ser pensado e planejado.

O posicionamento do sol deve ser estudado pois os elementos como as árvores, arbustos, pedras, lanternas devem ser posicionados pensando na luminosidade que receberão ao longo de todas as estações do ano. As pedras, junto com as árvores, para alguns artistas japoneses são a base da construção de qualquer estilo de jardim zen.

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A lanterna japonesa é sem dúvida um dos elementos principais nos jardins orientais, e o mais conhecido e usado na decoração por arquitetos no ocidente. Ishidoro tem suas origens na iluminação dos caminhos que levavam aos templos Budistas, a luz tinha a função religiosa de tranquilizar os espíritos inquietos durante a noite. Com a aparição da cerimônia do chá, as lanternas foram usadas na iluminação dos Tsukubai (água da purificação) nos jardins Chaniwa te. As mais belas lanternas japonesas foram criadas na era Kamakura. 
























Seu tronco simboliza a força e as virtudes do sexo masculino, refletindo um senso de equilíbrio perfeito. Seu centro é oco, remetendo ao sentido de vazio interior do zen. Sua retidão é comparada ao caráter íntegro e o tronco firme lembra a estabilidade inabalável, apesar de flexível.















































